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Jeep
fagmin
 

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Default Suecia e a imigracao

30-08-15, 06:59 #1
"Aceita que doi menos", mas mesmo com essas coisas feias chamadas "numeros" mostrando o contrario, vamos falar sobre racismo e afins e nao sobre um problema evidente que o pessoal de sempre fica varrendo pra debaixo do tapete. Daqui a pouco vamos poder falar que ser mulher na escandinavia ou no oriente medio é exatamente a mesma coisa, afinal o importante é ser igual, se nivelou por baixo é apenas detalhe.

Os Assassinos da IKEA: Suécia em Crise

http://pt.gatestoneinstitute.org/6413/ikea-assassinos
O incêndio na mesquita recebeu uma atenção gigantesca, enquanto a epidemia de estupros é basicamente ignorada. Quando uma cidadã sueca e seu filho são brutalmente apunhalados até a morte, no mais sueco dos lugares, uma loja IKEA, o primeiro-ministro não tem nada a declarar.
A ordem democrática normal, na qual cidadãos podem entrar em contato com políticos e a imprensa para que suas vozes sejam ouvidas, praticamente desapareceu na Suécia. Websites de jornais retiraram os campos de comentários dos leitores e os políticos se escondem atrás de um muro de funcionários que tacham de "racistas" aqueles que expressam preocupação e ainda por cima têm o telefone desligado na cara. A Suécia é governada por um poder que fechou o processo democrático.
Questionamentos inundaram as redes sociais: quem são essas pessoas que a Suécia está acolhendo? Quantos não são vítimas inocentes da guerra e sim criminosos de guerra ou de outra espécie, infiltrados entre os refugiados?
A pergunta mais relevante é: porque um governo após o outro tem optado por gastar dinheiro do contribuinte sueco para sustentar e abrigar cidadãos de outros países, mesmo que alguns deles procurem nos assassinar?
Ninguém da grande mídia interpelou o governo sobre os crimes violentos cometidos contra cidadãos suecos pelos requerentes de asilo. Muito pelo contrário, a imprensa tem se esforçado ao máximo para convencer os suecos de que está tudo sob controle e em ordem na Suécia. Na realidade melhor que nunca.
"Aonde eu vou requerer asilo, quando chegar o dia em não poderei mais viver aqui"? – "Ewa", no Facebook.
Desde 1975 os crimes violentos saltaram 300% e estupros 1.472%, ano em que o parlamento sueco decidiu transformar a Suécia homogênea em um país multicultural.
Um tsunami de raiva invadiu o que normalmente é um país dócil, a Suécia. Após um duplo homicídio em uma loja da rede IKEA (de móveis e utensílios domésticos) em Västerås, onde um estrangeiro que estava ilegalmente no país esfaqueou mortalmente, a esmo, dois cidadãos suecos, mais e mais pessoas estão questionando a razão pela qual o governo está expondo os cidadãos suecos a assassinos do mundo inteiro.

Em 10 de agosto, notícias dos assassinatos da IKEA estremeceram a Suécia. Dois requerentes de asilo da Eritréia (o segundo país com o maior número de requerentes de asilo na Suécia), são suspeitos de terem se apoderado de facas do departamento de utensílios domésticos e de terem atacado aleatoriamente dois cidadãos suecos. As vítimas foram Carola Herlin de 55 anos de idade e seu filho Emil de 28.


Carola Herlin, diretora do Centro de Saúde Moro Backe e seu filho, foram assassinados em 10 de agosto, na loja da IKEA em Västerås, Suécia.
Ao requerente de asilo mais velho, de 36 anos, já tinha sido negado o status de residente na Suécia por duas vezes, porque ele já possuía essa condição na Itália, mas ainda não tinha sido transferida. (Eritreus sem autorização para residirem em outros países da União Européia obtêm automaticamente permissão para ficarem na Suécia).

O assassino também se feriu gravemente, propositalmente, tendo que se submeter a várias cirurgias antes que a polícia pudesse interrogá-lo. Em 14 de agosto ele confessou. Seu compatriota de 23 anos foi solto porque a polícia acreditava que ele não tinha nada a ver com os assassinatos ou que sequer sabia o que seu amigo planejava fazer.

O medo se abateu sobre os suecos. Até mesmo aqueles que normalmente tachavam de racistas os críticos da imigração e do multiculturalismo, tremeram nas bases. Questionamentos inundaram as redes sociais: quem são essas pessoas que a Suécia está acolhendo? Quantos não são vítimas inocentes da guerra e sim criminosos de guerra ou de outra espécie, infiltrados entre os refugiados? Fora isso, será que devemos pagar bilhões em impostos para sustentar e abrigar cidadãos de outros países, ainda que alguns deles procurem nos assassinar?

O fato da polícia se recusar a negar os insistentes boatos de que uma das vítimas da IKEA foi decapitada, joga ainda mais lenha na fogueira do medo.

Tantas perguntas sem respostas. Ninguém do governo se incomodou em fazer uma declaração sobre o crime hediondo do duplo assassinato. Ninguém da grande mídia interpelou o governo sobre os crimes violentos cometidos contra cidadãos suecos pelos requerentes de asilo. Muito pelo contrário, a imprensa tem se esforçado ao máximo para convencer os suecos de que está tudo sob controle e em ordem na Suécia. Na realidade melhor que nunca. Um dia após o duplo assassinato, o maior jornal matutino da Suécia, o Dagens Nyheter, publicou um artigo intitulado "apesar de tudo, a violência com mortes está diminuindo". O artigo começa assim:

"nas últimas semanas, foram cometidos vários assassinatos hediondos e muitos têm se perguntado para onde estamos indo. A resposta é que a Suécia, apesar de tudo, se tornou um lugar mais seguro. A violência com mortes está em declínio já faz algum tempo".

Em nenhum trecho o artigo explica que a razão das mortes terem diminuído devido à violência é porque os cuidados médicos de urgência agora são capazes de salvar muito mais vidas de ferimentos causados por balas e facas. O assim chamado Laser Man, por exemplo, atirou em inúmeros imigrantes na Suécia nos anos 1990. O médico-legista Jovan Rajs disse que o Laser Man atingiu onze pessoas e apenas uma morreu. Nos anos 1930 oito ou nove teriam morrido, nos anos 1970 cerca de cinco e hoje provavelmente nenhuma".

Por conseguinte, o patamar das mortes por crimes violentos permanece inalterado graças à melhora na assistência médica na Suécia, porém todos os outros tipos de crimes violentos (inclusive tentativas de assassinato) estão nas alturas. Desde 1975 os crimes violentos saltaram 300% e estupros 1.472%, ano em que o parlamento sueco decidiu transformar a Suécia homogênea em um país multicultural.

Noventa por cento dos requerentes de asilo na Suécia não possuem documentos de identificação adequados, de modo que na realidade ninguém sabe quantos assassinos, estupradores e criminosos estão infiltrados entre as cerca de 100.000 pessoas que recebem a concessão de asilo na Suécia todos os anos.

Os frustrados cidadãos suecos agora estão se lamentando sobre a impotência nas redes sociais. A ordem democrática normal, na qual cidadãos podem entrar em contato com políticos e a imprensa para que suas vozes sejam ouvidas, praticamente desapareceu. Websites de jornais retiraram os campos de comentários dos leitores e os políticos se escondem atrás de um muro de funcionários e aqueles que ligam para expressar preocupação são tachados de "racistas" e têm o telefone desligado na cara. Milhares dão testemunho sobre isso no Facebook. Uma dessas pessoas que finalmente conseguiu falar sobre seu desconforto é a Ewa, que relata no Facebook sobre sua chamada aos Serviços de Imigração:

"bem, agora eu soltei os cachorros. Telefonei para os Serviços de Imigração e exigi falar com o gerente de unidade. ... Eu buzinei na orelha dele sobre todas as injustiças que me vieram à cabeça, como por exemplo, a forma que tratamos nossos idosos e a maneira com que tiramos deles suas casas e as distribuímos aos requerentes de asilo. Eu também lhe disse o quão inseguras as mulheres suecas estão se sentindo em virtude de todos esses estupros coletivos perpetrados pelos requerentes de asilo e demais estrangeiros. Também perguntei se todos nós teremos que ser decapitados antes que parem de abrigar esse tipo de gente. ... Agora estou sentada aqui, me sentindo completamente vazia após ter chorado, gritado, discutido, furiosa, tirando de mim toda essa frustração. Eu também lhe disse que muitos de nós nos sentimos deprimidos em virtude do que a Imigração está fazendo. Ele realmente lamentou que eu estava me sentindo daquele jeito. Sim, eu disse a ele, muitas pessoas se sentem assim, mas têm medo de abrirem a boca porque aí são tachadas de racistas. Você não precisa ser um Democrata Sueco para enxergar que nosso país está se desintegrando mais e mais a cada dia que passa. Algo que é da sua responsabilidade e da responsabilidade de todos aqueles que trabalham nos Serviços de Imigração. Aonde eu vou requerer asilo, eu perguntei, quando chegar o dia em não poderei mais viver aqui? Nosso país está arruinado, econômica, socialmente e, assim por diante e vocês são os responsáveis por isso. Ele respondeu que as decisões sobre esse tema são tomadas pelos políticos e que eles farão tudo em seu poder para que as coisas melhorem".

Outra mulher de nome Amanda escreveu no Facebook que ela enviou um e-mail ao Primeiro Ministro Stefan Löfven. Ela salientou que "talvez nada mude, mas pelo menos fiz minha voz ser ouvida". O e-mail dela dizia o seguinte:

"olá, por qual motivo o primeiro-ministro sentiu que era essencial e urgente ir e falar sobre o incêndio na mesquita em Eskilstuna, ninguém naquele momento sabia o que tinha ocasionado o incêndio quando ele proferiu o discurso? Mas agora ele é todo silêncio, como um túmulo. Por que? É a política complacente e incondicional de imigração sua/dele que possibilitou a esse criminoso circular livremente em nossa sociedade, apesar de ter recebido não apenas uma, mas duas ordens de deportação. Seria possível você me dizer se isso é algo com que os cidadãos desse país devam se acostumar, que imigrantes, ao receberem ordens de deportação, cometam assassinatos com o propósito de manterem contato pelo resto da vida com o estado sueco? É de sua responsabilidade toda vez que isso acontece, espero que você esteja ciente disso. Porque isso nada mais é do que uma questão política no que tange à imigração e... as enormes consequências para toda a nação".

O incêndio na mesquita em Eskilstuna à qual Amanda se referia aconteceu em 25 de dezembro de 2014, é um dos muitos incidentes que estão atingindo os muçulmanos e demais imigrantes que receberam gigantesca atenção, enquanto a epidemia de estupros na Suécia é basicamente ignorada. Após o incêndio o primeiro-ministro se apressou em fazer uma declaração:

"é abominável, um ato abominável. Nós jamais toleraremos esse tipo de crime. Aqueles que desejam observar sua religião devem ter o direito de observá-la. Hoje sinto enorme compaixão e empatia pelos que foram atingidos".

Três meses depois descobriu-se que o incêndio não foi criminoso e a polícia suspendeu as investigações. O mais provável é que o incêndio foi causado por algum acaso ou por crianças brincando com fogo.

Mas quando uma cidadã sueca e seu filho são brutalmente apunhalados até a morte, no mais sueco dos lugares, uma loja IKEA, o primeiro-ministro não tem nada a declarar.

Os suecos não são inclinados a se engajarem em rebeliões. Para achar um cidadão que pegou em armas e marchou sobre as fortalezas do poder, só voltando aos dias de Gustav Vasa, o rei em cujo reinado, de 1523 a 1560, fundou o estado-nação da Suécia.

Muito embora a Suécia de hoje não seja um território ocupado, ela é governada por um poder que fechou o processo democrático por meio do "Acordo de Dezembro" de 2014. Nas eleições gerais daquele ano, o único partido que se opõe à imigração em massa, os Democratas Suecos (SD), se tornou o terceiro maior partido no parlamento. Os blocos da ala esquerda e centro-direita concordaram então em excluir o SD do poder político, mas o SD recusou ser silenciado. Quando o orçamento do governo minoritário de esquerda foi apresentado, um mês após as eleições, o SD votou a favor do orçamento da oposição, fato único e surpreendente no parlamento sueco. Aqui na Suécia, são consideradas "boas maneiras e decoro parlamentar" votar primeiramente a favor de seu próprio orçamento, depois se abster e deixar o governo vencer. Mas após o "golpe" dos Democratas Suecos, o Primeiro Ministro Stefan Löfven (do Partido Social Democrata) foi forçado a governar segundo o orçamento da ala centro-direita durante o primeiro ano no cargo.

Poder-se-ia pensar que foi uma agradável surpresa para a oposição de centro-direita, mas não foi isso que aconteceu. Ninguém quer o apoio dos "racistas" Democratas Suecos. Em vez de convocar uma eleição antecipada, os dois blocos fecharam um acordo no qual a oposição de centro-direita compromete-se a se abster de votar quando surgirem pautas importantes como uma proposta de orçamento.

Assim sendo, o Acordo de Dezembro é na realidade uma ditadura que lembra uma "corrida de revezamento": o governo de esquerda fica livre para fazer o que bem entender pelos próximos quatro anos, depois disso, para os próximos quatro anos (caso haja uma mudança no poder), será a vez do governo de centro-direita se esbaldar. Isso significa que os dois partidos podem livremente ignorar os 58% dos suecos que sentem que a imigração está alta demais e que eles possam votar para os Democratas Suecos na próxima eleição.

Quando os suecos souberam do Acordo de Dezembro, eles fizeram o que normalmente fazem, fervem de raiva e engolem seco, aí formaram grupos no Facebook e postaram comentários furiosos no Twitter e no Facebook. Porém os políticos parabenizaram uns aos outros por mais uma vez terem restabelecido a ordem, eles ignoraram a preocupação do povo de que a democracia ficou ainda mais corroída.

O famoso comediante stand-up Magnus Betnér, achou que seria uma brilhante ideia zombar dos amedrontados suecos em um clip no YouTube:

"sim, é realmente trágico que duas pessoas foram assassinadas na IKEA. ... mas... não é perigoso, a Suécia nunca esteve mais segura que hoje. ... Pouquíssimos de vocês que estão assistindo a esse clip serão assassinados. E aqueles que porventura forem, serão assassinados em suas próprias casas".

Quando a classe governante se recusa a levar a sério a insatisfação do povo, boatos se espalham rapidamente nas redes sociais. Um boato persistente diz que Carola Herlin foi decapitada pelo assassino eritreu. De acordo com as fontes entrevistadas pelo Gatestone, a mulher teve a garganta cortada além de também ter sido esfaqueada no abdome. Seu filho tentou se defender, mas recebeu uma facada mortal no estômago.

Quando o Dispatch International telefonou para Per Ågren, o investigador de polícia encarregado do caso, questionando-o a respeito do boato, ele respondeu: "não irei confirmar ou descrever nada sobre o que aconteceu, exceto dizer que duas pessoas foram assassinadas. De mim você não descobrirá nada".

Uma das primeiras providências tomadas pela polícia após os assassinatos na IKEA, foi proteger todos os abrigos de requerentes de asilo no país. Houve uma certa apreensão em relação às "forças das trevas", segundo a polícia, sem especificar quais seriam essas "forças das trevas". Na noite de 15 de agosto, um abrigo de asilados em Arboga teve que ser evacuado porque alguém gritou alguma coisa sobre uma bomba na rua. Agora sim a grande mídia ficou em estado de alerta: Carola e Emil Herlin, segundo pareceres, estavam "no lugar errado na hora errada".

O jornal Aftonbladet entrevistou uma mulher que não se identificou, que disse o seguinte: "meu primo viveu aqui mais que um ano. Ele me disse que os suecos são o povo mais gentil da Europa. Aí acontece uma coisa dessas. Eu jamais poderia imaginar".

Mais uma vez, são os suecos que, pelo visto, devem se sentir envergonhados. Aparentemente não somos nós que estamos de luto, nós não temos o direito de estarmos apavorados em relação à política de imigração dos nossos governantes, são os requerentes de asilo que são as vítimas, ainda que eles assassinem, estuprem, roubem e abusem.

A questão premente é: o que o povo irá fazer, se ninguém lhe dá ouvidos? Na Alemanha Oriental de 1989, o povo foi para as ruas, subiu no muro de Berlim e fez o governo renunciar. As demais ditaduras comunistas da Europa Oriental caíram de forma parecida. A Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos (o direito de portar armas), existe para assegurar que os cidadãos possam tomar o poder de um governo tirânico.

Se a falta de poder impele o povo a reagir com violência contra a violência, não seria talvez errado perguntar porque os suecos são"racistas" por eles não quererem o maior nível de imigração da Europa?

A pergunta mais relevante é o porquê de um governo após o outro ter optado por gastar dinheiro do contribuinte sueco com cidadãos de outros países. Enquanto estudantes suecos despencam nos exames do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), 60% dos benefícios do sistema de bem-estar social são gastos com imigrantes que constituem cerca de 15% da população. Assistência médica e outros serviços de assistência social estão deteriorando, segundo muitos cidadãos suecos, à medida que a violência cresce exponencialmente. Mais e mais cidadãos suecos sentem que estão sendo mal tratados em seu próprio país porque os políticos montaram um barril de pólvora prestes a explodir a qualquer momento.

A verdade é que até o dócil povo sueco tem um limite. Quando aqueles que estão no poder nos expõem a banhos de sangue, seja na Grande Praça de Estocolmo em 1520 ou na IKEA em Västerås em 2015, sempre haverá aqueles dispostos a derrubarem os poderosos. Assim como nos dias de Gustav Vasa, muitos suecos têm armas de fogo. Não é tão fácil conseguir uma licença para adquirir armas como nos Estados Unidos, mas cada vez mais suecos estão obtendo licenças para caçar e, uma vez obtida, estão legalmente aptos a comprar armas. Na Suécia, daqui para a frente tudo pode acontecer.






Last edited by Jeep; 30-08-15 at 07:08..
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Hades
Trooper
 

30-08-15, 20:23 #2
preocupante.

é um dos motivos pelos quais trump se faz importante na corrida presidencial americana, independente de suas outras características. alguém precisa acalorar o debate sobre imigração aos países mais desenvolvidos.

violência de imigrantes ilegais já passou dos limites.

e a suécia é dos suecos, porra. não de eritreus ou qq outro povo.

Hades is offline   Reply With Quote
Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
19-10-15, 09:49 #3
shhhhh, continua sendo so histeria, nao esta acontecendo nada.

http://pt.gatestoneinstitute.org/6727/suecia-medo

[SPOILER]
Uma semana após o duplo assassinato em uma loja IKEA em Västerås, onde um homem da Eritréia ao qual foi negado asilo, se apoderou de facas e esfaqueou Carola e Emil Herlin até a morte, cartas e e-mails inundaram o gabinete o Primeiro Ministro da Suécia Stefan Löfven. Furiosos, desesperados e desesperançados, os suecos imploraram ao primeiro-ministro do Partido Social Democrata para parar de atopetar o país com migrantes criminosos do terceiro mundo ou, segundo as cartas, há sério risco do ódio correr solto na Suécia. Uma mulher sugeriu que pelo fato da mídia sueca não abordar essas questões, Löfven deveria começar a ler jornais estrangeiros e acordar para o fato da Suécia estar afundando rapidamente.


Carola Herlin, diretora do Centro de Saúde Moro Backe e seu filho, foram assassinados em 10 de agosto, na loja da IKEA em Västerås, Suécia.
Nas últimas décadas, os suecos tiveram que se acostumar com o fato do governo (tanto dos partidos de direita quanto os de esquerda) priorizarem os refugiados às custas dos suecos nativos. O alto nível de imposto (o trabalhador médio paga 42% de imposto de renda) era aceito no passado, porque as pessoas sabiam que se ficassem doentes, se aposentassem ou se de alguma outra forma precisassem, elas podiam contar com a ajuda do governo.

Agora os suecos estão vendo o sistema de assistência social deixá-los a ver navios. Mais e mais idosos estão caindo na categoria de "indigentes", aproximadamente 800.000 dos 2,1 milhões de aposentados na Suécia e, apesar de terem trabalhado a vida inteira são forçados a viverem com montantes de 4.500 até 5.500 coroas suecas (US$545 a US$665) por mês. Enquanto isso, idosos que imigram para a Suécia recebem o assim chamado "subsídio de ajuda ao idoso", normalmente um valor mais alto, muito embora nunca tivessem pago nenhum imposto na Suécia.

E não para por aí, em 2013 o governo decidiu que mesmo aqueles que estiverem ilegalmente no país têm o direito, do ponto de vista prático, a assistência médica e odontológica gratuita. De modo que enquanto um idoso sueco precisa optar entre desembolsar 100.000 coroas suecas (US$12.000) para ter dentes novos ou ficar desdentado, alguém que não tem sequer o direito de estar na Suécia pode ter um tratamento odontológico por 50 coroas suecas (US$6).

A injustiça, a escassez de moradias, o caos em torno dos conjuntos habitacionais dos refugiados e o acentuado declínio dos estudantes suecos nos testes PISA (Programa de Avaliação Internacional dos Estudantes), todas essas mudanças fizeram com que os suecos ficassem desiludidos. A gota d'água foi o fato do Primeiro Ministro Löfven não ter nada a declarar sobre os assassinatos na IKEA.

O Gatestone Institute entrou em contato com o governo sueco para obter os e-mails enviados ao primeiro-ministro sobre os assassinatos na IKEA. Segundo o "princípio público de acesso a documentos oficiais", todos os suecos têm o direito de examinar documentos públicos mantidos pelas autoridades, sem necessidade de identificação ou motivação. O governo entretanto mostrava claramente não estar muito empolgado em entregar os e-mails: demorou um mês inteiro de telefonemas e recados até que o pedido fosse atendido.

Seguem trechos de e-mails enviados por cidadãos comuns ao Primeiro Ministro Stefan Löfven:

De Mattias, um assistente social e pai de quatro filhos, "um pai que quer que meus filhos cresçam na Suécia da mesma forma que eu tive a sorte de crescer, sem explosões, granadas de mão, incêndio de automóveis, violência, estupros e assassinatos na IKEA":

"Olá Stefan. Eu tenho 43 anos de idade, sou pai de quatro filhos, estou tentando explicar aos meus filhos de idades que vão de 6 a 16 o que está acontecendo na Suécia. Fico triste em dizer que o senhor e o seu partido fecham os olhos diante do que está acontecendo na Suécia. Tudo o que está acontecendo se deve à entrada desordenada do exterior. O senhor está criando um ódio oculto na Suécia. Nós estamos insatisfeitos com a maneira como a imigração está sendo tratada na Suécia, do alojamento de requerentes de asilo a questões escolares. Está demorando tanto para se conseguir um emprego, que muitas pessoas desistem no meio do caminho. Mattias"

Marcus, 21, escreveu:

"Olá Stefan, eu sou um dos eleitores que votou no senhor. Eu resido em Helsingborg, moro com os meus pais porque não há apartamentos disponíveis. Eu vejo onde eu moro que tão logo um idoso muda de sua residência, oito estrangeiros entram imediatamente: eles simplesmente furam a fila, passando para trás nós, jovens suecos. Diante de tudo isso que está acontecendo na Suécia, estupros, assaltos, assassinatos na IKEA e assim por diante, por que os não-suecos não são enviados de volta a seus países quando cometem crimes? Claro que devemos prestar ajuda aos refugiados, mas eles devem ser o tipo apropriado de refugiados. ... Sinto ter que me manifestar dessa forma Stefan, mas os Democratas Suecos deveriam governar por quatro anos e remover aqueles que não respeitam as leis, que assassinam ou destroem a vida de jovens mulheres. É terrível, eu tenho um emprego que paga pouco porque não há empregos. A Suécia tem mais pessoas do que empregos".

Peter escreveu:

"Estimado Primeiro Ministro. Escrevo porque estou extremamente preocupado com o caminho que a sociedade sueca está enveredando. Todos os dias eu recebo o impacto de notícias de tiroteios, explosão de granadas de mão e bombas, espancamentos, estupros e assassinatos. Esta é a nossa Suécia, o país que quando o senhor e eu crescemos era considerado um dos mais seguros do mundo.

"O senhor, em seu papel de primeiro-ministro, tem a responsabilidade de proteger a todos nos país, independentemente se eles nasceram aqui ou não. Lamentavelmente, estou vendo que o senhor não está levando a sério sua responsabilidade. Eu acompanho diariamente o noticiário e, apesar de termos sofrido mais um ato de loucura, desta vez contra uma mãe e seu filho na IKEA, mesmo assim não vermos nenhum empenho de sua parte? ...

"O senhor devia condenar de forma veemente o violento desenrolar dos acontecimentos nesse país, alocar recursos para a polícia, alfândega e promotores públicos para diminuir e contra-atracar (não apenas construir barragens e ignorar) a atuação dos criminosos".

Sebastian escreveu:

"Olá Stefan! Após ler sobre o hediondo acontecimento na IKEA em Västerås, fico imaginando o que o senhor pretende fazer para que eu me possa me sentir seguro em ir a lojas e andar pelas ruas da Suécia. Que medidas serão tomadas para garantir que isso jamais aconteça novamente? A imigração realmente continuará a mesma"?

Benny escreveu:

"Olá, eu me pergunto por que o governo está em silêncio diante de um acontecimento tão abominável? O verão inteiro foi marcado pela extrema violência, tiroteios, facadas e explosões. O governo precisa tomar medidas enérgicas para que nós possamos nos sentir seguros".

O título de Laila diz o seguinte: "É assim que deveria ser"?

"Devemos sair desarmados de casa? Estupro após estupro e ninguém faz nada. Eu nasci e cresci em Vårby Gård, mas há sete anos tivemos que sair de lá porque tínhamos um cachorro e não podíamos levá-lo para passear à noite porque os não-europeus dirigiam seus carros sobre as calçadas. Se você não saísse do caminho, eles saíam do carro e te espancavam. Se você chamasse a polícia, ela não fazia nada, isso em um bairro de Estocolmo. Quando meu irmão repreendeu alguns desses homens, um foguete (desses usados nas comemorações de Ano Novo) apareceu em sua caixa postal. O senhor pode imaginar a altura do estrondo ao explodir. Mulheres e meninas são estupradas por esses homens não-europeus, que vêm para cá alegando que são crianças desacompanhadas, muito embora sejam homens adultos...

"É muito fácil arrumar armas hoje em dia, fico me perguntando se é isso que nós suecos devemos fazer, nos armarmos para ousarmos ir às compras. Dito isso, vou ao acontecido em uma das principais lojas de departamento: duas pessoas foram mortas e, não simplesmente mortas, fala-se nas redes sociais de decapitação.

"O primeiro-ministro não diz uma palavra, contudo alocam-se recursos para alojamentos de requerentes de asilo, um tapa na cara dos parentes que tiveram dois de seus entes queridos assassinados. Os jornais suecos não dizem uma palavra, mas felizmente há jornais estrangeiros que contam a verdade. Nós suecos não podemos mudar de apartamento, cinco pessoas vivem em três dormitórios. Dois de nós estão desempregados, procurando, procurando e procurando trabalho. A única opção são as agências de empregos. Tenho 50 anos, ausente do trabalho (de meio expediente) devido a duas doenças crônicas, eu não tenho condições de ficar correndo de um lado para o outro. Mas continuam chegando mais e mais requerentes de asilo. Não há apartamentos, empregos, não nos atrevemos mais a ir às compras, mas espera-se que nós achemos que está tudo ótimo.

"Infelizmente eu acho que o primeiro-ministro precisa começar a ler jornais estrangeiros para descobrir que a Suécia está afundando. Eu descobri que a imigração em massa irá custar bilhões a cada ano e a única coisa que os imigrantes fazem é fumar cachimbos de água em lugares como Vårby Gård. Isso está acontecendo também em outros lugares, é óbvio. Agora isso está começando a se espalhar, o senhor verá nas próximas pesquisas de opinião, quando forem publicadas. Logo logo, todos os suecos votarão nos Democratas Suecos. Eles estão conquistando mais e mais partidários a cada dia que passa.

"Vocês ministros não residem nas regiões expostas, vocês moram em bairros residenciais sofisticados, somente com vizinhos suecos. Deveria ser obrigatório que todos os políticos residissem, pelo menos durante três meses, em regiões onde a maioria fosse de imigrantes, o automóvel deveria ser confiscado para que vocês tenham que usar o transporte público. ... Depois de três meses vocês verão com quantos paus se faz uma canoa.

"Estou apavorado com o que está acontecendo nesse país. O que será que o governo irá fazer em relação a isso"?

Anders escreveu:

"Olá Stefan, por que o senhor, como nosso primeiro-ministro, não reage um pouco mais contra toda essa escalada da violência que assola nosso país? Como por exemplo em relação ao duplo assassinato na IKEA em Västerås. Acrescente a isso os atentados a bomba e demais coisas que estão acontecendo em Malmö. Em vez de procissões com tochas contra o racismo, nós precisamos de um primeiro-ministro que se manifeste contra a violência, que diga que isso está errado não importando qual grupo está por trás disso, doa a quem doer.

"Porque todos que vivem na Suécia são suecos, certo? Uma procissão com tochas contra o racismo apenas destaca o fato de serem os imigrantes que cometem esses crimes. O que nós necessitamos agora é um sinal inequívoco das nossas queridas autoridades eleitas que a violência tem que parar agora. A Suécia deveria ser um porto seguro longe da violência.

"Eu peço ao senhor, como nosso primeiro-ministro, posicione-se contra a violência. Una todos na Suécia em um grupo e não faça disso uma coisa racista".

Algumas pessoas receberam uma resposta de Carl-Johan Friman, da Unidade de Comunicações do Gabinete do Governo, outras não tiveram nenhuma resposta. A resposta típica é mais ou menos assim:

"Obrigado pelo e-mail enviado ao Primeiro Ministro Stefan Löfven. Foi pedido a mim para que eu respondesse e confirmasse que seu e-mail foi recebido pelo Gabinete do Primeiro Ministro e que ele já está disponível para a apreciação do Primeiro Ministro e membros de seu staff. Obviamente não é aceitável que se fique exposto à violência e a atividades criminosas na vida do dia a dia. Muitas iniciativas estão sendo tomadas para impedir a violência e, sem dúvida que isso precisa ser feito sem colocar uns grupos contra outros. Obrigado por dedicar tempo para escrever e compartilhar seus pontos de vista, eles são muito importantes para moldar as políticas governamentais".

O Gatestone Institute entrou em contato com Laila, uma das pessoas que enviaram e-mails e perguntamos se ela estava satisfeita com a resposta que recebeu. Laila respondeu o seguinte:

"Não, eu não estou satisfeita com a resposta, porque eles sequer responderam à minha pergunta. Com toda a honestidade, eu tenho a sensação que eles nem enxergam os problemas. Eles conversam nessas reuniões sobre conjecturas de como as coisas aparentam ser, mas ninguém que participa desses encontros é capaz de dizer a eles como é na verdade a vida real. A sensação que tenho é que a resposta que eu tive é um monte de besteiras. Eles entendem que as pessoas estão assustadas. Eles conversam sobre fazer demonstrações contra o racismo, eles parecem estar totalmente perdidos. Os políticos não compreendem como as coisas funcionam na sociedade sueca porque eles moram em bairros seguros e agradáveis onde está tudo quieto. Mas muitos suecos são obrigados a viver em bairros onde predominam os imigrantes, porque eles não têm condições de residir em um apartamento em outra região".

A irritação mediante a falta de reação do governo aos assassinatos na IKEA também levou a demonstrações em 15 de setembro em Sergels Torg, a principal praça pública de Estocolmo. Centenas de manifestantes exigiam a renúncia do governo e fizeram um minuto de silêncio em homenagem à mãe e ao filho assassinados, Carola e Emil Herlin. Os organizadores planejam realizar protestos semelhantes todos os meses, por toda a Suécia.

Ingrid Carlqvist, jornalista e escritora radicada na Suécia, é Ilustre Colaboradora Membro do Gatestone Institute.


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Fura Olho
wat
 

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20-10-15, 00:47 #4
mata, ue
simples

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drakiN
Trooper
 

Steam ID: drakiN
20-10-15, 01:26 #5
aheoihaei caralho. suecia ta igual huebr pqp.

é só trocar imigrante por favelado que tamo igual!

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Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
05-11-15, 20:59 #6
Essa histeria esta ficando ridicula.

http://pt.gatestoneinstitute.org/6825/suecia-colapso

[SPOILER]
Suécia à Beira do Colapso


-Se a onda migratória continuar, em 10 ou 15 anos os suecos serão minoria em seu próprio país. Que há de fato uma troca de populações em andamento deveria estar claro em qualquer avaliação séria.

-"A consequência final da... política de imigração da Suécia é que a economia entrará em colapso porque, afinal de contas, quem irá pagar por tudo isso? E colapsos econômicos, quando ocorrem, sempre ocorrem com extrema rapidez". — Lars Hedegaard.

-Nas últimas duas semanas mais de 1.000 "crianças refugiadas desacompanhadas" chegaram da Alemanha pelas balsas, mais da metade delas desapareceu e se encontra na lista de desaparecidos.

-Nas últimas semanas, a estação central de trens da terceira maior cidade da Suécia, Malmö, foi invadida por imigrantes, e os voluntários que apareceram nos primeiros dias com comida, água e roupas, ao que tudo indica, perderam o interesse.

-Não levará muito tempo até que os suecos percebam que o estado não irá mais cuidar deles. Há apenas 20 anos o país, que era considerado um dos mais seguros e prósperos do mundo, agora corre o perigo de se transformar em um estado falido.



A Suécia está se aproximando rapidamente do colapso total. Mais e mais municipalidades estão soando o alarme alertando que se os migrantes continuarem chegando nesse ritmo, o governo não será capaz de garantir o funcionamento normal dos serviços aos seus cidadãos. Além disso, declarações nefastas proferidas por autoridades do governo estão deixando os suecos apreensivos quanto ao dia de amanhã. Se a onda migratória continuar, em 10 ou 15 anos os suecos serão minoria em seu próprio país.

Em uma entrevista coletiva à imprensa concedida em 9 de outubro, o Primeiro Ministro Stefan Löfven disse que a Suécia se encontra em estado de crise. Quando lhe pediram para esclarecer o que ele queria dizer com isso, Löfven não foi capaz de elaborar uma única frase coerente.

Três ministros apareceram à entrevista coletiva à imprensa ao lado do primeiro-ministro, convocada às pressas, logo após uma reunião extraordinária do governo. Ao que tudo indica o objetivo da entrevista coletiva era transmitir dois recados:

explicar ao mundo e ao povo sueco que a Suécia está diante de "uma das maiores iniciativas humanitárias da história sueca".
que não há mais moradias disponíveis e que os migrantes terão que aceitar morar em tendas.
Na entrevista coletiva, logo após os discursos dos ministros, o jornalista Tomas Ramberg da Rádio Estatal Ekot fez a seguinte pergunta: "o senhor diz que a Suécia está se preparando para uma situação de crise, o que o senhor quer dizer com isso"?

A resposta de Stefan Löfven foi incompreensível:

"sim, bem, antes da mais nada, estamos diante do que eu levo muito a sério quando digo, quando me expresso, um grande obrigado a todos pelo seu belíssimo trabalho, porque se trata de uma iniciativa humanitária, é exatamente o que o Ministro da Justiça e Migração acaba de dizer. O que nós estamos fazendo na realidade é salvar vidas de pessoas que estão fugindo das bombas, de, de matanças, da opressão, suas vidas estão destruídas. Nós, nós os ajudamos e isso é uma, é uma grande iniciativa humanitária, e obviamente agora que podemos ver o número de pessoas que dependem dela, que procuram proteção, portanto se trata de uma das maiores iniciativas humanitárias. E quanto à situação de crise que estamos enfrentando, isso acontece em parte porque eu, nós estamos delineando hoje que também estamos nos preparando para uma situação em que talvez tenhamos que alojar pessoas em tendas, isso porque defendemos a política humanitária para refugiados, direito a asilo, mas também podemos agora perceber que não podemos fechar os olhos para o fato de estarem vindo mais refugiados do que nunca, em espaço de tempo tão curto, e que temos que providenciar um teto para essas pessoas. Consequentemente, é possível que sejam necessárias outras medidas".

Entretanto, o simples fato do governo estar conjecturando alojar migrantes em tendas, pode ser um sinal que a Suécia, apesar de tudo, não deseja mais estar na linha de frente da batalha "humanitária". A perspectiva de passar o gélido inverno sueco em uma tenda pode fazer com que os migrantes escolham outros países em vez da Suécia. Caso contrário, o sistema sueco estará diante de um iminente colapso.

Em 2014, o analista social e historiador dinamarquês Lars Hedegaard observou, de maneira profética no livro "Farliga ord" (Palavras Perigosas), que a ruptura da economia de uma nação sempre ocorre de maneira rápida e inesperada:

"se há uma lição a ser tirada da história, é que aquilo que se acredita que não irá acontecer, acontece. E acontece o tempo todo. A consequência final da política de imigração do Ocidente e acima de tudo da Suécia é o colapso da economia porque, afinal de contas, quem irá pagar por tudo isso? E colapsos econômicos, quando ocorrem, sempre ocorrem com extrema rapidez".

Agora mesmo, o governo sueco está tomando dinheiro emprestado do exterior para bancar a imigração. Esse montante, no entanto, não é o suficiente. Esse montante, no entanto, não é o suficiente. Em média o imposto de renda municipal já se encontra na casa dos 32%, isso sem falar do Imposto de Renda Federal, também pago por muitos suecos. Um aumento de 2% na alíquota de imposto significará 15.000 coroas suecas ($1.825) a mais em impostos a cada ano para uma família média.

Autoridades e políticos do primeiro escalão confirmam que a situação é extremamente grave. Em 1º de outubro o Ministro para Assuntos Internos Anders Ygeman disse que a atual onda de imigrantes irá causar "gigantescas pressões econômicas" e alguns dias depois o Diretor Geral do Serviço de Imigração Anders Danielsson explicou que "considerando a estrutura do sistema que temos, estamos nos aproximando do fim da linha". Ninguém nunca ouviu declarações dessa natureza na Suécia, principalmente em relação à "sagrada" questão da imigração. Até agora, os suecos foram incessantemente doutrinados a acreditarem que eles vivem em um país rico, que não apresenta nenhuma dificuldade em acomodar todos os candidatos a asilo que desejarem vir a este país.


O Primeiro Ministro da Suécia Stefan Löfven (esquerda) disse na semana passada que a Suécia se encontra em estado de crise. À direita imagem de distúrbios em um subúrbio de Estocolmo, dezembro de 2014.
Na esteira dos 1,5 milhões de migrantes esperados este ano na Alemanha, o maior país da União Européia (81 milhões de habitantes), uma torrente de migrantes também está chegando na bem menos populosa Suécia. Geograficamente a Suécia é um país extenso, porém formado por florestas e descampados, com menos de 10 milhões de pessoas residindo no país. Até 2010 a Suécia acolheu cerca de 25.000 migrantes por ano. Entretanto, em 2010 o então Primeiro Ministro Fredrik Reinfeldt fez um acordo com o Partido Verde (Miljöpartiet), pró-imigração, que ele próprio admitiu, com o objetivo de punir eleitores por terem permitido o ingresso do Partido Democratas Suecos (Sverigedemokraterna) no parlamento.

O acordo de Reinfeldt abriu as comportas da imigração. Em 2014, 81.000 pessoas procuraram asilo na Suécia, sendo que 33.500 receberam a concessão do benefício. Contudo, tendo em vista que muitos imigrantes subsequentemente trouxeram seus parentes, o número aumentou drasticamente. No ano passado foi concedido o status de residente a 110.000 pessoas na Suécia. É necessário adicionar a esse número os inúmeros estrangeiros ilegais.

Já se fala de 180.000 candidatos a asilo ingressando na Suécia em 2015. Esse número é mais do que o dobro do ano passado. Se a metade deles receberem a concessão de asilo e se cada um deles trouxer três parentes, estaremos falando em cerca de 270.000 novos imigrantes na Suécia, isso em apenas um ano. Mais de 8.000 pessoas chegaram semana passada, 1.716 delas eram as assim chamadas "crianças refugiadas desacompanhadas".

Os suecos que acompanham somente os noticiários através da grande mídia têm a impressão de que todos os migrantes são refugiados de guerra da Síria, mas na realidade o número de sírios constitui a metade desse total: semana passada 2.864 pessoas alegaram ser da Síria. 1.861 disseram ser do Iraque e 1.820 do Afeganistão. Indubitavelmente muitas pessoas de países que não estão em guerra estão se arriscando, aproveitando-se da situação, requisitando asilo na Suécia, mas isso é uma coisa que a grande mídia não considera ser adequado informar a seu público.

O fato de haver uma troca de populações em andamento deveria estar claro em qualquer avaliação séria. O economista sueco Tino Sanandaji (de descendência iraquiano-curda e por isso mesmo mais duro do que a maioria dos suecos, que ao criticarem a política de imigração são imediatamente acusados de racismo), assinala em seu blog que os suecos logo poderão ser minoria em seu próprio país:

"de 1.000 a 1.500 candidatos a asilo por dia, durante 15 anos equivalem 5,5 a 8,2 milhões de candidatos a asilo. No final de 2014, o Departamento Central de Estatística SCB, calculou que 21,5% da população sueca eram de descendência estrangeira: 2,1 milhões de um total de 9,7 milhões. O número de pessoas de descendência sueca, isto é, nascidos na Suécia com pai e mãe também nascidos na Suécia, tem se mantido estável em cerca de 7,7 milhões e espera-se que se mantenha estável ou que aumente ligeiramente por conta do excedente de nascimentos. Caso haja um aumento de cerca de 5,6 milhões no número de descendentes de estrangeiros, eles se tornarão maioria".

Trelleborg (população de 43.000 habitantes), localizada no sul da Suécia, é uma das cidades que recebeu uma avalanche de migrantes. Mais de 100 " crianças refugiadas desacompanhadas" chegaram da Alemanha de balsa, em um dia comum. Nas últimas duas semanas mais de 1.000 desses jovens foram registrados, mais da metade deles desapareceu e se encontra na lista de desaparecidos. Ninguém sabe a razão deles terem sumido ou para onde foram. Some a esse número 13.000 adultos candidatos a asilo.

Foram criados alojamentos temporários improvisados em centros esportivos, ringues de patinação no gelo e no hotel do aeroporto de Sturup, só para mencionar alguns locais.

Trelleborg enviou uma desesperada carta de apelação solicitando ajuda do governo, assim como já o tinha feito em vão, há poucas semanas o governo municipal de Örkelljunga. O prefeito e o diretor municipal de Trelleborg, que assinaram a carta em 1º de outubro, assinalaram o seguinte:

"no passado, muitos candidatos a asilo se dirigiam pela rota através da Dinamarca para Malmö, mas isso mudou há cerca de duas semanas. De 10 de setembro até a madrugada de 1º de outubro, 14.100 candidatos a asilo chegaram em Trelleborg pelas balsas. Não há nenhum indício que o ritmo esteja diminuindo, muito pelo contrário, ele está aumentando sem parar. Na segunda-feira, 22 de setembro, Trelleborg recebeu um comunicado do Serviço de Imigração informando que a cidade onde as crianças e jovens aportam, é por lei a autoridade responsável em providenciar alojamentos, assistência e despesas com manutenção até que o Serviço de Imigração decida em qual cidade eles serão abrigados. ... Rapidamente Trelleborg se encontrou em uma situação em que os serviços corriqueiros à comunidade correm o risco de serem afetados. ... O propósito dessa carta é chamar sua atenção para a enorme pressão que estamos enfrentando".

Desde então, pelo visto, o Ministro da Justiça e Migração Morgan Johansson, tem estado em contato com o prefeito de Trelleborg, por telefone, para encontrar as possíveis soluções. Em 9 de outubro o Serviço de Imigração decidiu que Trelleborg estaria dispensada de ser cidade designada para crianças desacompanhas. Entretanto, não está claro como isso irá aliviar a pressão sobre Trelleborg no que tange à chegada de novos migrantes. A única ajuda de fato, até o presente momento, veio de cidades vizinhas, que abriram suas dependências para que alguns dos migrantes, ora em Trelleborg, pudessem ser alojados.

Malmö, a cerca de 29 km de Trelleborg, também está passando por momentos difíceis. Nas últimas semanas, a estação central de trens da terceira maior cidade da Suécia foi invadida por imigrantes, e os voluntários que apareceram nos primeiros dias com comida, água e roupas, ao que tudo indica, perderam o interesse. O diário Sydsvenska Dagbladet resumiu a situação desesperadora em Malmö, onde até a cadeia vazia da cidade foi cogitada (e rejeitada) como possível abrigo para crianças refugiadas. Agora cogita-se que a cadeia poderá ser utilizada para abrigar refugiados adultos.

Recentemente o Prefeito de Filipstad, do Partido Social Democrata, também soou o alarme assinalando que sua cidade de 6.000 habitantes não será capaz de proporcionar escolas e assistência à infância para 1.100 requerentes de asilo agora alocados para a sua cidade.

A resposta do Ministro da Justiça e Migração Morgan Johansson para esse pedido de socorro foi a seguinte: "se necessário for, Filipstad terá que expandir suas operações".

A falta de sensibilidade de Johansson nessa declaração fez com que o prefeito da cidade vizinha de Årjäng Daniel Schützer rodasse a baiana. Ele postou no Facebook o seguinte sobre seu companheiro de partido:

"perdoe o meu francês, mas Morgan Johansson é um maldito idiota no último. Expandir diz ele. Não se trata de malditos tijolos e tábuas, o que está faltando são professores!!!!"

O Serviço de Imigração, cuja tarefa é analisar a razão da imigração dos candidatos a asilo, está compreensivelmente abarrotado de trabalho. Mesmo antes da última "crise de refugiados" e apesar do fato de 1.200 novos funcionários terem sido contratados no ano passado, o staff continua se debatendo. O sindicato dos empregados já está soando o alarme em relação ao constante crescimento de incidentes de violência, vandalismo e tentativas de suicídio, no corrente ano (até agosto), foram registrados 1.021 incidentes desse tipo.

"As condições de trabalho nos órgãos responsáveis são extremamente tensas. A pressão é gigantesca. O ambiente de trabalho se deteriorou drasticamente", assinalou Sanna Norblad, presidente local do sindicato ST, ao diário Norrköpings Tidningar.

Enquanto tudo isso acontece, grandes parcelas da população sueca assistem horrorizadas, à distância, e se perguntam quando irá ocorrer o inevitável colapso. Ao mesmo tempo, uma parcela surpreendentemente grande de cidadãos ainda acredita, de forma exagerada, que o "Papai Estado" irá resolver tudo. É o modo sueco de ver as coisas, como os desejos das crianças, que Peter Santesson, dirigente do instituto de pesquisas Demoskop, explica em seu Website Dagens Opinion. Santesson diz que os suecos acreditam, de maneira bastante incomum, na ordem social e que eles estão convencidos de que "em algum lugar no escalão mais acima, sempre haverá alguém mais inteligente, mais bem informado, que irá assumir a responsabilidade e garantir que tudo irá funcionar como manda o figurino". Se as autoridades do governo se mostrarem incapazes de resolver o caos dos refugiados que eles próprios criaram, a consequência poderá ser desastrosa. Santesson continua,

"Tomadores de decisão responsáveis precisam ponderar sobre a confiança que o povo depositou neles e eles precisam tratar com cuidado essa confiança, nessa crise tão complicada. Se a confiança do povo for traída por eles, ou seja, se não forem capazes de resolver a situação, se a Suécia não aparecer com uma cura milagrosa e a crise se tornar incontrolável, o resultado poderá acarretar consequências políticas e sociais que irão muito além do problema da imigração".

O blogueiro Johan Westerholm, um Social Democrata, crítico ao governo, destaca em uma entrada no blog de 7 de outubro intitulada "Infarto no sistema, no Sistema de Imigração", que além daqueles que já se encontram na Suécia, é necessário incluir aqueles que tiveram seu pedido de asilo negado na Noruega e Finlândia e que consequentemente serão enviados de volta ao último país em que estavam, a Suécia. Considerando que a Finlândia rejeita 60% dos pedidos de asilo, é plausível supor que nas próximas semanas o caos irá se agravar ainda mais.

Westerholm assinala que a situação em Malmö está "fora de controle" afirmando: nós não temos a mínima ideia de quem são essas pessoas que estão chegando à Suécia:

"um enorme grupo de administradores (no Serviço de Imigração) não sabe sequer quais são as organizações designadas como terroristas, fora isso, também há os simpatizantes, pessoas que por princípio jamais denunciarão alguém ao departamento de segurança do Serviço de Imigração, por razões ideológicas. Outro grupo considerável está amedrontado e se mantém em silêncio. Em uma organização marcada pelo medo e estresse, não fazer nada é um meio infalível de não perder o emprego. E quando, mesmo assim, uma suspeita vem à tona, normalmente não acontece nada. Se a vida ou a saúde de um terrorista é ameaçada, o que ocorre com frequência, ele consegue obter a concessão para permanecer no país. Inicialmente lhe é concedido permissão para residir temporariamente, o que na prática se transforma em residência permanente".

Os 152 candidatos a asilo reportados ao Serviço de Segurança até agora, somente no ano em curso como possíveis ameaças à segurança nacional, são provavelmente só a ponta do iceberg.

Os suecos que já perderam a fé nas autoridades e nos políticos estão se preparando para o inimaginável, que a sua sociedade segura de outrora está à beira do colapso. No Website 72timmar.se, a Agência de Contingenciamento Civil informa o público sobre as "nossas cinco necessidades básicas: água, comida, aquecimento, dormir e segurança". Os leitores são instruídos a armazenarem água e enlatados em casa e assegurarem o aquecimento da residência.

"Precaução" está se tornando mais comum na Suécia. No verão passado, o diário Svenska Dagbladet publicou uma matéria sobre a primeira loja sueca online para os precavidos e o interesse foi gigantesco. De acordo com o instituto de pesquisa Sifo, até recentemente sete em cada dez suecos estavam totalmente despreparados para enfrentarem uma crise capaz de causar um apagão, consequentemente bagunçando a infraestrutura. O proprietário da loja online Fredrik Qvarnström, contou ao jornal que segundo sua estimativa, a população sueca é a menos preparada do mundo para enfrentar uma crise:

"muito se fala sobre o efeito estufa e a crise econômica. Parece que as pessoas estão conscientes de que há problemas, mas eu acredito que elas não sabem o quão vulneráveis nós realmente estamos. Confiamos que o estado cuidará de nós, como tem sido no passado".

Não levará muito tempo até que os suecos percebam que o estado não irá mais cuidar deles. Há apenas 20 anos o país, que era considerado um dos mais seguros e prósperos do mundo, agora corre o perigo de se transformar em um estado falido.

Ingrid Carlqvist,é uma jornalista radicada na Suécia e Ilustre Colaboradora Membro do Gatestone Institute.

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Hobbes
Trooper
 

06-11-15, 00:19 #7
https://en.wikipedia.org/wiki/Rape_i...Victim_surveys

https://en.wikipedia.org/wiki/Econom...porary_economy

"
World Economic Forum 2012–2013 competitiveness index ranks Sweden 4th most competitive.[34] The Index of Economic Freedom 2012 ranks Sweden the 21st most free out of 179 countries, or 10th out of 43 European countries.[35] Sweden ranked 9th in the IMD Competitiveness Yearbook 2008, scoring high in private sector efficiency.[36] According to the book, The Flight of the Creative Class, by the U.S. urban studies, Professor Richard Florida of University of Toronto, Sweden is ranked as having the best creativity in Europe for business and is predicted to become a talent magnet for the world's most purposeful workers. The book compiled an index to measure the kind of creativity it claims is most useful to business – talent, technology and tolerance.[37] Sweden's investment into research and development stood, in 2007, at over 3.5% of GDP. This is considerably higher than that of a number of MEDCs, including the United States, and is the largest among the OECD members.[38]

(...)

The Swedish economic picture has brightened significantly since the severe recession in the early 1990s. Growth has been strong in recent years, and even though the growth in the economy slackened between 2001 and 2003, the growth rate has picked up since with an average growth rate of 3.7% in the last three years. The long-run prospects for growth remain favorable. The inflation rate is low and stable, with projections for continued low levels over the next 2–3 years.
"


Last edited by Hobbes; 06-11-15 at 00:29..
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Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
06-11-15, 09:55 #8
hehehe, ok, vamos analisar a situacao caotica de imigracao dos ultimos 6 meses com os numeros de 2012. Obviamente vc nao leu o link e como é a narrativa que te agrada ja chaveou para "esta tudo bem, nao mexam em nada".

Vamos fazer assim entao, em vez da gente fazer a batalha dos links, vamos ver se em 3-4 anos:

a) eles mantem essa politica de abertura oba-oba aos estrangeiros e tudo da certo
b) eles mantem essa politica de abertura oba-oba aos estrangeiros e tudo da errado
c) eles restringem a abertura oba-oba ou tiram welfare desse pessoal que nunca contribuiu.

ate la eu vou atualizando meu topico para aliviar minha histeria

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clash
Trooper
 

06-11-15, 17:56 #9
sobre o futuro sueco
juros negativos > entrada de imigrantes

clash is offline   Reply With Quote
Hobbes
Trooper
 

08-11-15, 14:28 #10
@Jeep;, antes de ler mais um texto de literatura fantástica percebi que os seus dois textos de histeria eram da mesma autora. Então resolvi saber quem era antes de ler e achei isso:

https://youtu.be/a4e1_IIHzu4

"O problema já vem de 40 anos pra cá" - se essa é a premissa então os números das últimas décadas valem, 2012 nem se fala

"Decidiram que a Suécia não seria mais um país de suecos" - indicado ao prêmio histeria 2015, categoria xenofobia

Então ou vamos falar de controle de imigrantes em geral (OK) ou vamos falar de preconceito conta muçulmanos, mas é bom separar as coisas. Senão é histeria mesmo

Hobbes is offline   Reply With Quote
sibs
Trooper
 

08-11-15, 17:44 #11
sera que a suécia "ta bem" por causa da imigração, ou apesar da imigração dat's the question.

eu não sei como por um monte de nego chupando a teta* do governo ajuda a população nativa mas blz

japao q é malandro exige curso superior para imigração ieohioeh


*taxa de desemprego entre as pessoas imigrantes do oriente médio é insanamente alto

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Marcelo
Trooper
 

Steam ID: cabelo
08-11-15, 19:09 #12
Quote:
Postado por sibs Mostrar Post
sera que a suécia "ta bem" por causa da imigração, ou apesar da imigração dat's the question.

eu não sei como por um monte de nego chupando a teta* do governo ajuda a população nativa mas blz

japao q é malandro exige curso superior para imigração ieohioeh


*taxa de desemprego entre as pessoas imigrantes do oriente médio é insanamente alto
de onde você tirou esse dado?

O que eu tenho visto aqui é que a maioria dos imigrantes estão trabalhando e os que estão ganhando alguma coisa do governo não ganham pra ficar em casa fazendo nada, estão no mínimo fazendo curso de sueco.
Fora os que estão fazendo capacitações em outras áreas (geralmente manutenção e serviços).
Isso vai dar uma possibilidade maior deles arrumarem emprego no futuro.

Marcelo is offline   Reply With Quote
Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
08-11-15, 20:35 #13
Quote:
Postado por Hobbes Mostrar Post
@Jeep;, antes de ler mais um texto de literatura fantástica percebi que os seus dois textos de histeria eram da mesma autora.
Os textos sao uma coletanea de links de varios discursos e opinioes, nao sao apenas de uma autora.


Quote:
Então resolvi saber quem era antes de ler e achei isso:

https://youtu.be/a4e1_IIHzu4

"O problema já vem de 40 anos pra cá" - se essa é a premissa então os números das últimas décadas valem, 2012 nem se fala
Seu video fala de 40 anos, os problemas com o aumento DRASTICO de imigrantes é recente, ja estavam ocorrendo em um numero que ja dava sinais de problemas, multiplicar isso na sua opiniao nao vai dar em nada? devemos comparar a situacao do Brasil atual ao do que tinhamos em dezembro de 2014?

Quote:
"Decidiram que a Suécia não seria mais um país de suecos" - indicado ao prêmio histeria 2015, categoria xenofobia
Em trocentos paises da europa estao descrevendo as mesmas coisas, e nao é de hj. Criacoes de areas de gueto, vigilantismo, agressao aos ocidentais, estupros, crimes e afins, jovens vivendo de ajuda estatal paga por decadas por locais, mas reclamar do obaoba é xenofobia. Fica facil assim, so faltou o "seje menas", "para que ta feio" e afins.

Quote:
Então ou vamos falar de controle de imigrantes em geral (OK) ou vamos falar de preconceito conta muçulmanos, mas é bom separar as coisas. Senão é histeria mesmo
O problema nao é o cara rezar virado pra meca, e sim que os valores deles nao contemplam coisas como democracia e mulheres tendo voz ativa, sera que é tao dificil entender? Basta ver de onde eles estao vindo e a situacao que o pais deles se tornou com essa cultura, ai eles vao para outro pais e se aculturam por la ou vao querer forcar suas tradicoes e leis em solo estrangeiro?

Mas ate la, vc vai sustentando todas essas pessoas pq dinheiro da em arvore mesmo.

 

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Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
22-11-15, 14:04 #14
e no momento histeria da semana:

http://pt.gatestoneinstitute.org/6939/suecia-anarquia

"É preciso entender que os suecos ficam realmente assustados quando se abre um abrigo para refugiados na aldeia deles. Eles sabem o que está acontecendo em outros lugares". — Vendedor de sistemas de alarme.

Desde 1975 quando o parlamento decidiu que a Suécia deveria ser um país multicultural e não sueco, o crime foi parar nas alturas. Os crimes violentos cresceram mais de 300% e os estupros tiveram um aumento inacreditável de 1.472%.

Muitos cidadãos suecos veem a imigração em massa como um casamento forçado: a Suécia está sendo forçada a casar com um homem que ela não escolheu, ainda assim espera-se dela que ela o ame e o honre mesmo que ele a espanque e a maltrate. Seus pais (o governo) querem que ela seja amável e seja solidária com ele.

"Será que o Estado e eu concordamos agora que nosso contrato mútuo está sendo renegociado"? — Alexandra von Schwerin, cuja propriedade agrícola foi roubada três vezes. A polícia se recusou a ajudar.

[SPOILER]

Era uma vez um país seguro chamado Suécia, onde o estado de bem estar social funcionava que era uma beleza, onde as pessoas raramente trancavam as portas de suas casas.

Hoje esse país é um estado vigia noturno, um país de cada um por si. Quando o Ministro da Justiça Morgan Johansson incentiva infringir a lei, isso significa escancarar os portões para a anarquia. O senhor e a senhora Suécia têm razões de sobra para estarem apreensivos com a entrada de 190.000 migrantes desempregados e sem qualificação profissional, o equivalente a 2% da atual população da Suécia. Em termos comparativos seria como se 6,4 milhões de migrantes, sem um tostão no bolso, sem falar o idioma inglês, ingressassem nos Estados Unidos em um ano ou, 1,3 milhões na Grã-Bretanha.

Os cidadãos suecos estão se preparando: os pedidos de licença para o porte de armas de fogo estão aumentando, mais e mais cidadãos suecos estão ingressando em clubes de tiro e na formação de grupos de justiceiros. Após uma ligeira queda em 2014, o número de novas licenças para porte de armas cresceu significativamente no corrente ano. De acordo com os dados estatísticos da polícia, já há na Suécia 1.901.325 armas de fogo licenciadas pertencentes a 567.733 pessoas. Some a isso um número desconhecido de armas ilegais. Para que se possa obter uma licença de porte de arma na Suécia, é necessário ter no mínimo 18 anos de idade, ser cumpridor das leis, bons antecedentes além de possuir uma licença de caça ou ser membro de um clube de tiro autorizado. Em 2014, 11.000 pessoas obtiveram uma licença para portar armas de caça: 10% a mais do que no ano anterior. Uma em cada cinco dessas licenças foi concedida a uma mulher.

"Já há também muita procura por sistemas de alarme", de acordo com um vendedor de uma empresa de segurança em uma entrevista concedida ao Gatestone.

"Isso se deve à turbulência que estamos presenciando no momento ao redor do país". As pessoas perderam a confiança no estado, segundo ele. "A polícia não irá mais nos socorrer. Motoristas de caminhão dizem que quando percebem que um ladrão está roubando combustível de seus caminhões, eles saem atrás dele com um bastão de baseball. Não adianta chamar a polícia, mas se você acertar o ladrão, pelo menos evitará que ele roube mais óleo diesel. Muitos proprietários de residências dizem a mesma coisa: eles dormem com um bastão de baseball debaixo da cama. Mas é arriscado: a polícia pode alegar que você estava preparado para usar a força e o tiro pode sair pela culatra".

O vendedor, que pediu para não ser identificado, também falou sobre diversos grupos suecos no Facebook nos quais pessoas, de inúmeras aldeias, discutem abertamente como melhor se protegerem: "Às vezes você fica totalmente fora de si ao ver o que eles escrevem. Mas é preciso entender que os suecos ficam realmente assustados quando se abre um abrigo para refugiados na aldeia deles. Eles sabem o que está acontecendo em outros lugares".

Um blog, apropriadamente denominado Asylkaos ("Caos do Asilo"), mostra em detalhes as consequências para a população local quando uma dependência para refugiados é aberta. No blog há uma lista de empresas que o leitor é convidado a boicotar, o blog alega que essas empresas incentivam a transformação da Suécia em uma sociedade multicultural e que, portanto, são consideradas "hostis aos suecos".

Em outra empresa de segurança, um vendedor disse que toda vez que o Serviço de Imigração compra ou aluga um novo conjunto habitacional, sua empresa é inundada de telefonemas. "No dia seguinte", segundo ele, "metade da aldeia telefona querendo comprar sistemas de alarme".

Ronny Fredriksson, porta-voz da empresa de seguros Securitas, disse que a demanda por sistemas de alarme explodiu pela primeira vez há seis anos, quando diversas delegacias de polícia locais foram fechadas e se mudaram para cidades maiores. Isso, segundo ele, pode acontecer em questão de horas. "Mais e mais pessoas estão contratando os serviços de nossos seguranças. Shopping centers e lojas da cidade se juntaram e contrataram seguranças. Nós, por assim dizer, apreciamos o ritmo local dos policiais de antigamente".

Muito embora a empresa Securitas esteja ganhando muito dinheiro em virtude da crescente necessidade de sistemas de alarme de segurança para residências e de seguranças, Fredriksson assinala que ela (Securitas) também está preocupada com os efeitos disso tudo na sociedade:

"O problema é que nós também precisamos da polícia. Quando nossos seguranças capturam um ladrão ou um indivíduo violento, nós chamamos a polícia, mas muitas vezes a tomada de providências cabíveis é muito demorada. Muitas vezes os detidos ficam violentos causando tumulto. Certa vez, a polícia nos pediu para que nós soltássemos um indivíduo que tínhamos apreendido caso tivéssemos sua identidade, porque ela não dispunha de uma patrulha próxima àquele local".

Mesmo antes da entrada descontrolada de migrantes no outono de 2015, os cidadãos suecos já sentiam a necessidade de se protegerem, e tinham razões de sobra para isso. Desde 1975 quando o parlamento decidiu que a Suécia deveria ser um país multicultural e não sueco, o crime foi parar nas alturas. Os crimes violentos cresceram mais de 300% e os estupros tiveram um aumento inacreditável de 1.472%.

Os detentores do poder, no entanto, ignoram totalmente o temor da população. Isso nunca é debatido. Muito pelo contrário, aquelas pessoas que expressam preocupação sobre o tipo de país que a Suécia se transformou, são acusadas de xenofobia e racismo. Muito provavelmente seja esta a razão porque mais e mais pessoas estão tomando as rédeas e resolvendo as coisas por conta própria, protegendo a si e a seus familiares da melhor maneira possível.

Ao mesmo tempo há aqueles que não se dão por satisfeitos. Ao que tudo indica, há gente procurando interromper a entrada descontrolada de imigrantes na Suécia. Praticamente todos os dias há relatos de ateamento de fogo em dependências para asilados. Milagrosamente, até agora ninguém ficou ferido.

Esses incêndios não são provocados apenas por suecos. Em 13 de outubro, uma mulher de 36 anos de idade que vivia em Skellefteå foi condenada por atear fogo em uma dependência para asilados na qual ela própria residia. A mulher alegou ter aceso uma vela e em seguida adormecido. No entanto, provas periciais constataram que um combustível líquido tinha sido espalhado por todo o quarto, o tribunal considerou acima de qualquer dúvida razoável que ela própria ateou fogo no recinto.


Esquerda: destroços que restaram do incêndio de um abrigo para candidatos a asilo em Munkedal, Suécia, após o ateamento de fogo no mês passado. Direita: há cerca de 2 milhões de armas de fogo licenciadas pertencentes a 567.733 pessoas na Suécia.
O número de incidentes violentos nas dependências do Serviço de Imigração da Suécia já atingiu as alturas. Em 2013, de acordo com o Dispatch International, ocorre pelo menos um incidente por dia na Suécia. Recentemente, quando o Gatestone Institute obteve a lista de incidentes ocorridos de 1 de janeiro de 2014 a 29 de outubro de 2015, o número saltou para 2.177 incidentes que configuram ameaças, violência e tumultos, em média três por dia.

O governo sueco, contudo, aparentemente prefere não tocar no assunto. A Ministra das Relações Exteriores Margot Wallström reconheceu em uma entrevista concedida ao diário Dagens Nyheter que chamou a atenção internacional, que a Suécia está, de fato, caminhando para um colapso total:

"A maioria das pessoas parece acreditar que nós não temos condições de gerir um sistema no qual talvez 190.000 pessoas ingressem no país a cada ano. No longo prazo, nosso sistema irá entrar em colapso. Essa recepção de boas-vindas aos candidatos a asilo não se traduzirá em apoio popular. Nós queremos oferecer às pessoas que vêm para cá uma recepção digna".

Sintomático da influência de jornalistas suecos, essa declaração foi encaixada no final do artigo. A manchete tinha o objetivo de passar a ideia de como o partido político contrário à imigração, o Partido dos Democratas Suecos (Sverigedemokraterna), é o responsável pelos incêndios nas dependências que abrigam asilados. Mas a mídia estrangeira, como o jornal The Daily Mail e Russia Today, selecionou o alerta de Wallström sobre o colapso do sistema e a matéria foi incluída nas notícias de última hora, dada a urgência que merece.

Apesar disso, na Suécia oficial, o colapso iminente é ignorado. Em vez de dar lugar de destaque à premente matéria, os jornalistas apontam seu foco exclusivamente nos ataques cometidos por supostos "racistas" suecos contra os centros de refugiados. Para coibir novos incêndios, o Serviço de Imigração decidiu em 28 de outubro que a partir daquela data todas as dependências para asilados tenham endereços secretos. E os escassos recursos da polícia ficarão mais pressionados ainda para proteger os candidatos a asilo. Até helicópteros da polícia irão patrulhar centros de refugiados. Levando em conta que há somente cinco helicópteros disponíveis e que a massa de terra da Suécia é de 407.340 km2, esse gesto e nada é a mesma coisa.

Em uma conferência do Conselho Nórdico em Reykjavik, Islândia, em 27 de outubro, o Primeiro Ministro da Suécia Stefan Löfven foi questionado pelos seus homólogos nórdicos sobre a situação na Suécia. Löfven disse recentemente: "nós deveríamos ter a opção de realocar as pessoas que pedem asilo na Suécia para outros países da União Européia. Nossa capacidade de absorção também tem limites. Estamos diante de uma mudança de paradigma". Esse comentário levou o representante do Partido dos Finlandeses da Finlândia (Sannfinländarna) a questionar com uma certa ironia, de que maneira a imigração em massa para a Suécia, que por anos a fio os homens públicos suecos vinham aplaudindo por ser algo tão positivo, de uma hora para outra se tornou um peso.

Outro representante do Partido dos Finlandeses Simon Elo destacou que a situação na Suécia está fora de controle. "A Suécia tem enorme capacidade e talento, mas nem mesmo os suecos os têm nessa proporção", disse Elo.

Ao ser questionado sobre as verdadeiras apreensões e exigências dos cidadãos como um todo, a resposta de Löfven foi lacônica: "é claro que eu entendo que há apreensão," disse Löfven. "Não é fácil. Mas ao mesmo tempo, há 60 milhões de pessoas em fuga. Também temos que levar em conta que são nossos irmãos, eu espero que essa maneira de ver as coisas prevaleça".

O tablóide diário Expressen questionou Löfven sobre os ataques contra as dependências para asilados. Ele respondeu o seguinte: "nossas comunidades não deveriam ser vistas como ameaçadoras e violentas, elas deveriam sim ser cordiais e darem mostras de solidariedade".

Como se esse tipo de comportamento pudesse ser impingido.

Muitos cidadãos suecos veem a imigração em massa como um casamento forçado: a Suécia está sendo forçada a casar com um homem que ela não escolheu, ainda assim espera-se dela que ela o ame e o honre mesmo que ele a espanque e a maltrate. E ainda por cima de tudo isso, seus pais (o governo) querem que ela seja amável e seja solidária com ele.

Cada vez mais observadores suecos estão chegando à mesma conclusão: que a Suécia está à beira do colapso. O colunista Ivar Arpi do diário Svenska Dagbladet, escreveu um artigo impressionante, publicado em 26 de outubro, sobre uma mulher chamada Alexandra von Schwerin e seu marido. O casal reside na propriedade agrícola de Skarhults em Skåne no sul da Suécia, eles foram roubados três vezes. Mais recentemente roubaram deles uma quad bike, uma van e um automóvel. Quando a polícia chegou, von Schwerin perguntou o que ela deveria fazer. A polícia lhe disse que não tinha condições de ajudá-la. "Todos os nossos recursos foram alocados para o centro de recepção para refugiados em Trelleborg e Malmö," segundo eles. "Eles já estão sobrecarregados. De modo que eu sugiro que vocês entrem em contato com o grupo de justiceiros em Eslöv".

O que a polícia chamou de "grupo de justiceiros" na verdade é um grupo de proprietários de negócios privados. Em 2013, após serem roubados mais ou menos todas as noites, eles decidiram se juntar e começar a patrulhar eles próprios a região. No momento eles pagam para uma empresa de segurança vigiar seus bens e propriedades.

"Por princípio eu sou totalmente contra isso", disse von Schwerin. "E as pessoas que não podem se dar ao luxo de contratar uma segurança privada? Elas não terão como se proteger. Com certeza eu vou me juntar ao grupo, mas muito, muito contrariada mesmo. Pela primeira vez eu tenho medo de viver aqui. Será que o Estado e eu concordamos agora que nosso contrato mútuo está sendo renegociado"?

Ao comentar sobre o fato da polícia estar incentivando as pessoas a participarem de grupos de justiceiros, o analista social e Ex-Ombudsman dos Refugiados Merit Wager salientou:

"Então quer dizer que os cidadãos suecos deveriam dar um jeito de pagar pela sua própria segurança e pela segurança de seus familiares e também para defender suas propriedades agrícolas dos ladrões, muito embora isso esteja incluído no nosso contrato social pelo qual pagamos altíssimos impostos, para que a polícia, com a qual contamos, nos proteja e apreenda os criminosos?! Quando foi que o contrato venceu? Em outubro de 2015? Assim sem mais nem menos, sem nenhuma notificação de rescisão, já que o lado consumidor de impostos não está cumprindo a sua parte do acordo? Isso deve significar que o nosso lado do acordo, o que paga impostos pelos serviços públicos, também perdeu a validade? Se o contrato social foi cancelado, então está cancelado. Então é a dança das cadeiras (desrespeito à lei, vulnerabilidade, nada de proteção), e isso significa que cada um de nós deveria pagar menos impostos".

Ilan Sadé, advogado e analista social, assinala em seu blog Det Goda Samhället em 27 de outubro o seguinte sobre o caos dos refugiados na Estação Central de Trens da Malmö: "as autoridades não honram mais o contrato social". Ele descreve quatro cartazes enormes afixados na estação onde se lê: "Refugiado? Seja Bem-vindo a Malmö!" em quatro idiomas.

"Não está claro quem enviou os dizeres e também quem é o responsável pelos balcões de recepção aos refugiados, uma série de barracas ao lado do correio do porto. É tudo muito confuso. A Cidade de Malmö ou o Serviço de Imigração podem estar por trás disso, mas também pode ser uma associação chamada Refugees Welcome ou quem sabe uma comunidade religiosa. Eu particularmente não acredito que uma agência do governo iria escrever algo tão sem lógica, um cartaz correto e pertinente diria alguma coisa assim: candidatos a asilo dirijam-se até as barracas para obterem informações e serem transportados. Mas eu devo estar errado, a Cidade de Malmö é a principal suspeita pelos cartazes. ... Os cartazes dentro e no entorno da Estação Central são sintomas de algo incrivelmente grave: confusão de função e a decadência do estado de direito. Assim sendo, nossas autoridades não honram mais o contrato social".

Em um post chamado Anarchy, o blogueiro Johan Westerholm, que é membro do Partido Social Democrata e opositor ao governo, assinala que o Ministro da Justiça e Migração Morgan Johansson, agora está exortando as autoridades a "serem pragmáticas" no que tange à legislação (concernente aos alojamentos para asilo das assim chamadas crianças refugiadas desacompanhadas). Westerholm diz que isso é como se o governo "abrisse as portas para a anarquia":

"Nosso país se fundamenta na lei, o parlamento legisla e os tribunais aplicam suas leis. A declaração de Morgan Johansson, sem falar de suas abordagens passivas são testemunho de como o nosso modelo de democracia pode logo logo ficar apenas em nossa memória. Ele acaba de colocar o primeiro tijolo da construção de um país que se fundamenta em outros princípios. Os princípios da anarquia".

Se a anarquia realmente explodir, é bom lembrar que há cerca de dois milhões de armas de fogo licenciadas na Suécia. O interesse pelos clubes de tiro na Suécia deu um salto, ultimamente muitos desses clubes estão dando boas-vindas a um grande número de novos membros.


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Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
11-04-17, 10:13 #15
Vixi... quem poderia imaginar que o conceito "deixa geral entrar e depois a gente ve quem fica e quem sai" poderia nao dar certo?

http://www.dailymail.co.uk/news/arti...n-PM-says.html

The Prime Minister of Sweden has vowed his country will 'never go back' to recent levels of mass immigration after it emerged the terrorist who killed four people in a truck attack was a failed asylum seeker.

Stefan Löfven pledged to change his country's liberal attitude, insisting the massive influx allowed during the 2015 migrant crisis would never happen again.

[SPOILER]
Rakhmat Akilov, from Uzbekistan, hijacked the lorry and deliberately drove into pedestrians on central Stockholm's main shopping street on Friday afternoon.

It was a copycat of the attack carried out in London last month, when Khalid Masood killed four pedestrians and injured dozens more with a Hyundai 4x4. Swedish police said there were clear similarities.

Akilov is thought to have carried out reconnaissance along his route days earlier.
Four were killed and 15 injured when he drove a 30-ton truck down a pedestrianised area and smashed into a department store. Chris Bevington, a 41-year-old father-of-two from Britain, was killed close to his office.

But it emerged yesterday Swedish authorities had given Akilov four weeks to leave
Sweden after his final asylum appeal failed in December.

He was being sought by police and immigration officials for deportation – but evaded them simply by giving a false address.

'Sweden will never go back to the [mass migration] we had in autumn 2015, never,' Mr Löfven said yesterday.
'Everyone who has been denied a permit should return home.
'This makes me feel enormously frustrated. If you have been denied a visa you are supposed to leave the country.'

He added: 'Terrorists want us to be afraid, want us to change our behaviour, want us to not live our lives normally, but that is what we're going to do.

'Terrorists can never defeat Sweden, never.'

There are more than 3,000 migrants living unlawfully in Stockholm alone, police said.
Akilov, 39, had expressed support for Islamic State and world-wide extremist group Hizb ut-Tahrir, whose UK members included jailed hate preacher Anjem Choudary.
Akilov reportedly told police that he carried out the attack on the orders of Islamic State.

He allegedly said: 'The bombings in Syria must stop,' a Swedish newspaper reported.
Akilov has allegedly confessed to the attack and told investigators he was 'pleased with what he had done' and had 'accomplished what he set out to do', it was claimed.
Police sources said a bomb, found in the truck but which failed to detonate, contained gas canisters, chemicals and nails.

As Sweden contemplates the first Islamic State-inspired attack to claim lives on their soil, it also emerged that:

The Swedish intelligence agency SAPO admitted that Akilov had previously been on their radar;

Thousands attended a vigil where they laid a sea of flowers, candles and toys;

A security guard saved lives by blocking the lorry with his van during the attack;
Two Swedes, including an 11-year-old girl walking home from school, and a 31-year-old Belgian tourist were also killed.

Prosecutors were last night questioning a potential accomplice. A further four men, whose details have yet to be revealed, were also being held in police custody.
Nine of the 15 victims injured are still being treated in hospital, four of whom remain in a serious condition. Two of those are in intensive care.

Akilov, a father-of-four from Uzbekistan, lived in a shabby apartment in Stockholm.
The construction worker applied to the Swedish migration board for a residency permit in November 2014, but was turned down in June 2015.

After his appeal was subsequently refused in 2016, he avoided deportation by giving police a false address.

During one interview, he allegedly told an employer that he was an expert in explosives.

But in recent weeks he shunned work, allegedly telling friends: 'I only smoke and sleep.'

The suspect was friends with key figures in the extremist Islamist group Hizb ut-Tahrir, including its leader in Sweden, and shared ISIS propaganda.
Akilov revelled in his support for the group and voiced his approval at its fanatical beliefs.

He also publicly supported Bilal Philips, a well-known Canadian Muslim preacher who has appeared to condone suicide bombing and has claimed there can be no rape in marriage.

But Akilov also dreamed of living a life of luxury – on one occasion sharing a picture of a plump sultan lying on a mattress eating grapes, with eight women wearing veils waiting on him.
He wrote: 'I would like to live that way. Not bad, brother!'

Akilov allegedly told a friend about his plans to carry out the atrocity days earlier.
'By tomorrow night I'd like to find a big car and to drive into the crowd,' he allegedly wrote.

He was captured after tip-offs from the public about a man who was confused and acting strangely in the suburb of Marsta, close to the international airport.
When his friend asked him how he was, Akilov is said to have replied: 'Bad, I have driven over several people, the car drove the wrong way. I am in the airport now, dead end.'




http://www.express.co.uk/news/world/...tion-crackdown
http://www.foxnews.com/world/2017/04...pm-reacts.html
https://www.thesun.co.uk/news/329825...akhmat-akilov/
http://www.dailywire.com/news/15272/...ng-joseph-curl

Jeep is offline   Reply With Quote
punisher
spkr
 

11-04-17, 14:47 #16
The world is fucking turning to shit
The Earth don't stand a chance


We got to build a Death Star

punisher is offline   Reply With Quote
Blazed
Trooper
 

11-04-17, 15:06 #17
Quote:
Postado por Jeep Mostrar Post
O problema nao é o cara rezar virado pra meca, e sim que os valores deles nao contemplam coisas como democracia e mulheres tendo voz ativa, sera que é tao dificil entender? Basta ver de onde eles estao vindo e a situacao que o pais deles se tornou com essa cultura, ai eles vao para outro pais e se aculturam por la ou vao querer forcar suas tradicoes e leis em solo estrangeiro?]

na moral, quem mais deveria ter a posição do djip é a esquerda pós moderna. Imagina pra mim, homem CIS HETERO, isso é maravilhoso.

ter varias mina
bater nos viado
bater nas vagabunda
estupro coletivo
comer esfirra
matar infieis caso eu queira
botar fogo nas parada
vocês ñ votam, ngm vota
Frango frito e turkey bacon
banho 1x por semana
passar terra no pau dps do sexo sem camisinha
SEXO SEM CAMISINHA SEMPRE
SEXO COM CRIANÇAS
proibição de qql coisa que te ofende, pq se te ofender vc mata.
mad oil money
pau no cu de israel.
robar caminhão
GTA
andar só em bonde pq sozinho tenho medo (ESTILO DA STRONDA)
NOVA CATEGORIA DE PARTO: homem ou aborto.
andar de porscha 9 11

O Islã é a epopéia do CIS HETERO, É SÓ FAZER AS PARADINHA LÁ DE MIGUÉ, FECHA OLHO DURANTE 3H NO DIA, ALIMENTA UNS VAGABUNDO NO HAMADÃ PRA PODER COMER TBM, SUA-VÃO.

As pessoas que menos vão sofrer com a cultura são as mais preocupadas em manter distante, é um puro exercício de altruísmo.

yall niggas worry too much


Last edited by Blazed; 11-04-17 at 15:15..
Blazed is offline   Reply With Quote
Hades
Trooper
 

11-04-17, 17:18 #18
bem colocado, @Blazed;

a única questão que estou lidando antes de me converter de vez ao islamismo é a alimentação.

ficar sem feijoada, bacon, costelinha e torresmo complica demais.

Hades is offline   Reply With Quote
SigSnake
Trooper
 

11-04-17, 20:36 #19
E OS GORÓ? PODE?

SigSnake is offline   Reply With Quote
Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
11-04-17, 20:49 #20
so quando vc for estudar nas zoropa.

Ja usei alguns desses exemplos em conversa com mulher, na linha do "na boa, quem tem a perder aqui é vc, pra mim vao ter detalhes bestas, pra vc? limitacoes enormes, mas vai na fé que é lindo (e da paz)"

Jeep is offline   Reply With Quote
EviLBraiN
Trooper
 

11-04-17, 21:36 #21
É isso mesmo.

Essa bandeiras que a esquerda defende são na maioria fuck logic. Mas a manada não consegue pensar então segue...

Enviado de meu D6633 usando Tapatalk

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