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Baron
Trooper
 

Default O que diabos aconteceu com a GERAÇÃO Y?!

12-02-16, 21:37 #1
O que diabos aconteceu com a GERAÇÃO Y?!

Um texto sobre liberdade, responsabilidades e as misérias de uma geração que está se perdendo no meio do caminho.



 

Veja como o nosso ambiente de trabalho é divertido. Te pagaremos mal e não respeitaremos a sua hora de almoço. Hora-extra? Nem pensar! Whatsapp depois do trabalho? Com certeza, afinal de contas, você ainda não tem filhos! Ah, mas te daremos kit kat e café expresso de graça!

Na semana passada eu ouvi de um garoto, ainda na faculdade, o seguinte depoimento:

“Seu texto sobre a subserviência das empresas em relação ao cliente deveria ser pregado na porta de entrada de todas as empresas do país, nas salas de reuniões e ser repetido como mantra em palestras de empreendedorismo para todos os empresários do Brasil. As agências de publicidade, especificamente, estão atingindo um nível de servidão pior do que pastelaria.
Na pastelaria ninguém fica acelerando o pasteleiro. Ninguém manda e-mail para o pasteleiro mandando ele entregar o pastel na mesa dele até as 9h da manhã. Para o pasteleiro, quanto mais horas ele trabalhar, mais ele vai ganhar. Falar em hora extra em publicidade só vai fazer as pessoas rirem. Enfim, desculpa o desabafo”.


Somos uma geração de bobos que se acha esperta. Nossos pais davam duro, saiam de casa cedo, trabalhavam como doidos, indo e vindo do centro da cidade, em cartórios, lotéricas e visitas bancárias, muitas vezes em carros sem ar-condicionado, mas ganhavam bem o suficiente para sustentarem uma família com três filhos, carro, cachorro e ainda levavam todos para comerem churrasco aos domingos.

A geração de hoje se deixa enganar pela falsa sensação de divertimento, que nunca tem fim. Transformaram o ambiente de trabalho em um circo, para que você ouça: “Ei, mas aqui é divertido! Dane-se se não te pagamos horas-extra ou se te colocamos para trabalhar por toda a madrugada em troca de pizza. Aqui você pode trabalhar com boné!”.

Quando nossos pais estavam em casa, eles estavam em casa mesmo! Dane-se que o trabalho tinha sido duro, após as 18:00 eles sentavam naquele sofá da Mesbla, abriam a primeira Antártica da noite e era a hora do futebol. Qual foi a última vez que você esteve realmente desconectado do seu trabalho? Você tenta se convencer de que aquele Whatsapp do cliente às 00:00 não é nada demais, que é coisa pequena, que “pega mal” não responder. E aquele inbox no Facebook às 1:35 da manhã? “Ah, eu já estou aqui mesmo, né. Agora ele já viu que eu visualizei…”.

Provavelmente você caiu no mito do home-office libertador, que te faz perceber, anos depois, que ele só foi capaz de te “libertar” do horário comercial. “Ah, mas você trabalha em casa!” — pronto, é sinal de que receberá demandas ou mensagens a qualquer hora da madrugada.

Provavelmente você ainda não se ligou, mas você produz dezenas de vezes a mais do que o seu pai ou os seus tios conseguiam. Antes, para atender um cliente, você precisava ir na loja ou na casa dele, lá na puta que o pariu. Hoje? Skype. Antes, era FAX ou mandar documentos pelos correios. Hoje? E-mail. Antes, você estava limitado à sua cidade. Hoje? Internet, meu filho!
Entretanto, quanto é que você está ganhando? Acorde para a vida! Agências com mesa de sinuca, totó, chocolates à vontade, cafezinho expresso, pula-pula e vídeo-games significam apenas que você está pagando por tudo aquilo e que o seu salário, ao final do mês, sentirá a pancada.

“Tudo bem, porque eu amo o que eu faço!”.

Na semana retrasada eu ouvi isso. Estava contratando os serviços de uma START-UP de tecnologia para um dos meus negócios e havia esquecido de perguntar alguma coisa. Já eram 23:00 horas. Fui ao Skype, me certifiquei de que a menina do suporte estava OFFLINE e deixei uma mensagem. Poderia ter feito isso pelo Facebook, mas eu sabia que iria apitar lá na casa dela e não queria esse tipo de coisa, ainda mais naquele horário. Enfim, enviei a mensagem e deixei escrito: “Só me responda quando chegar ao escritório!”.

Faltando quinze minutos para uma da manhã, a menina me responde, pelo Facebook. Eu digo: “O que você está fazendo aqui? Te deixei uma mensagem no Skype! Vá dormir, namorar ou assistir aquelas séries no Netflix!” e ela me disse: “Ah, é que eu entrei no meu skype só para ver se estava tudo bem com os clientes. Vi a sua mensagem e retornei. Não custa nada, nem se preocupe. Eu amo o que faço. Rs”.

Eu amo o que faço…erre esse. À uma da manhã de terça feira. Com o teu chefe te pagando, provavelmente, entre dois mil e quinhentos a três mil reais para isso…e somos nós quem somos a geração dos “desapegados, que querem viver a vida”.

Estamos nos tornando uma geração de trintões cujas preocupações são os próximos shows do Artic Monkeys, a cerveja gourmet da moda e a próxima temporada de House of Cards. Uma geração sem filhos, que foge das responsabilidades, se iludindo com a ideia de que o seu chefe é seu amigo e que por isso você “quebra alguns galhos para ele”.

Ouvimos de todo tipo de especialista, que somos a geração livre por excelência, que preza pela mobilidade e pela qualidade no ambiente de trabalho, mas de alguma forma nós erramos o caminho e nos tornamos aquele tipo de gente que fica conversando com o cliente às 20:00 horas, enquanto janta com a mulher. E nos achamos o máximo, quando batemos o pé: “Ai, que saco, o meu chefe não me deixa em paz!”. Que corajoso!

 

Acredite, esse gordo manjava dos paranauês.

O resultado? Uma nação de escravos!

Olhávamos para nossos pais e avós e pensávamos que eles eram escravos da própria família. Que haviam tido muitos filhos e que isso, de alguma forma, os prendeu em uma vida cheia de amarras e limitações, mas, hoje, advinha só? Da sua idade ele já tinha casa própria e carro na garagem. E você? Figuras de ação do Mega-Man.
Em algum ponto entre o final da faculdade e o começo da vida adulta, nós perdemos a mão. Não estamos estabelecendo relações saudáveis de empregador e empregado, mas um misto de coleguismo com parceria e com prováveis projetos que poderão mudar o mundo, mas que não ajudam a pagar o aluguel.
Ah, mas você não é empregado? Tem o seu próprio negócio? É um empreendedor em início de carreira? As notícias também não são muito boas…

Você também é um escravo!

Com a popularização da tecnologia e da conectividade, os super-heróis deixaram de ser os esportistas e os homens engravatados de Wall-Street e passaram a ser os empreendedores do vale do silício. Aquele tipo de pessoa que usa camiseta sempre da mesma cor, tênis, vai trabalhar de bicicleta e mantém uma dieta ecologicamente adequada.

 

Aqui nós somos felizes e podemos levar o nosso cachorrinho para o trabalho, às sextas-feiras. Para falar a verdade, trabalhar aqui é tão legal, que nem precisamos voltar para casa!

Com isso, surgiu a cultura da motivação constante e da satisfação do cliente a qualquer custo. Não importa o que aconteça, a experiência do seu cliente deve sempre ser a melhor possível; ainda que ele seja um babaca!
Eu posso te falar uma coisa? Nem sempre o seu cliente tem razão. Nem sempre ele sabe o que é o melhor para o negócio dele e nem sempre aquele “logo dourado com bordas vermelhas, estilo a da propagada da mortadela Seara” é a melhor opção. O problema é que dizer isso na cara dele agora se tornou um crime! Não é proativo e engajado discutir com o cliente, ainda que ele esteja escandalosamente errado!

A cultura desses caras, importada para cá de uma maneira incompatível com a nossa realidade, diz que devemos buscar a composição sempre, fazermos reuniões intermináveis até que todos estejam satisfeitos e sorridentes. Dar pesos e medidas iguais aos especialistas e aos curiosos. O que acontece? Tentar extrair o dente do paciente com uma colher de pau.

Estamos na décima sétima alteração e o contrato diz que só faríamos até cinco? Sem problemas! A satisfação do cliente em primeiro lugar! Ele acha que não precisa fazer um contrato com você? Sem problemas, lá fora muita gente deixa isso para lá! O que? Agora ele não está te pagando? Cuidado! Não o cobre de maneira que possa parecer ofensiva! Não é isso que a Amazon faria!

Você está preso em uma camisa de força verbal.

A camisa de força verbal é um dos institutos comportamentais que mais causa dano à mente e à consciência de qualquer pessoa. No empreendedorismo, 90% dos profissionais sofrem desse tipo de mal.
A maior libertação, para qualquer proprietário, é quando este alcança certo grau de autonomia, que pode chamar a atenção do seu cliente e fazê-lo perceber que aquilo é para o seu próprio bem. Que, identificando o erro, ele está é justificando o seu dinheiro, ao dizer que ele está fazendo merda.
Aqui no Brasil, a educação ganhou status de religião. A mãe que paga a escola não quer ver seu filho criticado, afinal de contas, o boleto é caro. Do mesmo modo, o cliente chato — e insistente — não quer ser repreendido; ganha-se o mantra do “o cliente sempre tem razão”, em desfavor da alma do próprio empresário.

Vá à Itália e peça a comida do jeito que você quiser e ouvirá, imediatamente, um sonoro: “Não. Vá comer em outro canto”. Isso para o brasileiro é criminoso. Faz com que ele se insurja, contando aos amigos: “Acredita que eu pedi para fazer o macarrão mais mole e me disseram que não dava? Que ignorantes!”. Ele não enxerga que ele mesmo é que é o pé no saco. Que não respeita nada nem ninguém. Vê no empreendedor alguém que deve servi-lo, independentemente de quão imbecil e sem propósito sejam os seus desejos.

O brasileiro de hoje está acostumado ao mando, porque paga. O código de defesa do consumidor criou um monstro, que custa a saúde emocional e física de milhões de empreendedores. O meu maior conselho a vocês, é: construa uma empresa que você possa mandar o cliente indesejado tomar no cu. Faça isso ou adoeça.

Entretanto, no mundo de arco-íris e pôneis da geração Y, que é feita de vidro, isso é ser rude, preconceituoso, antiquado, grosseirão. Às custas da própria saúde e do caixa da empresa, ele manterá aquele cliente chato, pentelho, arrogante e que — muitas vezes — nem te paga. É isso ou você não estará seguindo “o manual da cordialidade do Facebook”.

A conclusão? Não sei.

Da geração que iria mudar a maneira com que o mundo se relaciona a um bando de bebês de meia idade, que mora de aluguel e que o ponto alto do ano é o lançamento de mais um filme da guerra nas estrelas.
Gente que ama a liberdade, mas que está presa a um computador. Do tipo que está na décima quarta START-UP, sempre atrás daquele round de investimento que o tornará milionário. A menina que tem vergonha de dizer que é vendedora e que se apresenta como “líder-team da equipe de vendas” e do blogueiro que é articulista e CEO no perfil do Facebook.

Aonde é que fomos parar? O que é que aconteceu com a GERAÇÃO Y? Assim como o garoto do começo do texto: desculpem o desabafo.

https://medium.com/@carvalho.icaro/o...5c9#.3aexx6baq




Gostei de grande parte da crítica deste texto. Eu, como um membro da geração Y, reconheço que a minha geração está falhando miseravelmente. Eu acho que não tem mais volta.

Lembro de estar no colégio e ter grande expectativa com a minha geração: a geração Y seria aquela primeira geração pós internet, com uma gama de informações praticamente ilimitada nas mãos e, em tese, a vontade de fazer as coisas bem feitas e não repetir os erros do passado (justamente porque tem toda a informação nas mãos).

Pois bem, me parece que o excesso de informação não impediu que a geração Y virasse um bando de mimados e fracassados que se acham os donos da bola. Infelizmente.

Tem essa questão do trabalho, das startups e tudo o mais. Eu trabalhei bastante tempo em uma startup e o ambiente era extremamente saudável e equilibrado. Competitivo, mas saudável. Portanto não tive a parte ruim do ambiente que empresas como Google ou Facebook possuem hoje, mas sei que em muitas startups funciona exatamente como o texto descreve.






Last edited by Baron; 12-02-16 at 21:44..
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Patua
Trooper
 

PSN ID: fsgarbi-br Steam ID: Patua
12-02-16, 22:35 #2
quanto mimi... pqp haeuaehae...

se o bicho ta chorando da geração y... putz, so o começo.. eh soh contratar estagiarios / analistas no seus primeiros anos de mundo corporatio para se ter uma ideia do que está por vir... haeuaehae...

o que mais me entristece eh ver a ger y ultimamente correr de sonhos da geração x que tornaram - se as grandes frustrações da epoca: trabalhar anos a fio numa empresa seria, levantar a sua bandeira, dar o sangue, pq a empresa "garantia" tudo o que a familia dele precisava... ate tomarem pe na bunda durante periodo de grande comodismo empresarial e sofrer para relocar e garantir o mesmo padrao de vida para a familia...
hj vejo muitos trintões passando exatamente por isso...


acho que hoje temos novas ferramentas, novas formas de trabalhar. não se adaptar a este cenário eh suicidio produtivo e profissional. faz parte. bom é aquele que sabe equilibrar social, familiar e profissional da maneira mais natural possivel. Um não substitui o outro, eh soh equilibrar. quem não consegue fazer isso, se fode, mas isso não eh uma inaptidão de uma geração.... simplesmente eh o cenario competitivo mesmo, quem estiver mais preparado sobrevive melhor. não precisa se matar, ser escravizado, ganhar pouco etc... teoricamente somos uma geração muito mais egoista e com capacidade de priorizar seus objetivos.... só que não é facil...

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NITRO
Trooper
 

13-02-16, 00:14 #3
Tudo é mimimi pra essa galerinha do barulho.


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Fura Olho
wat
 

XFIRE ID: EmB_FuraOlho Steam ID: gustavomartino
13-02-16, 01:31 #4
repetindo o post do topic da rodela de limao, pq encaixa como luva:
Quote:
Postado por Fura Olho Mostrar Post
humm esse topic me chamou atencao pra uma questao critica

meus queridos, a percepcao q vcs tem do certo e do errado nessa situacao em especifico representa um ponto crucial na vida profissional de vcs, por estar essencialmente ligada a LIMITES

o cara ja goza de boa reputacao graças a qualidade do servico q oferece, como eh deixado bem claro no texto, e nao precisa mais ficar fazendo gracinha pra atrair cliente. ele tb nao quer servir cliente q vai pra la fazer molecagem. ela tb nao precisava pedir "agua quente com uma rodela de limao" pra ter algo pra consumir sem gastar. bastava pedir uma jarra de agua. mas nao, ela quis fazer gracinha e/ou tirar vantagem e foi corretamente cobrada por isso. fim

na minha pouco humilde opiniao, quem considerou:
1- trivial/de pouca importancia a atitude da mulher;
2- q ela deveria ter sido atendida com cordialidade e nao ser cobrada, mesmo com a "jogada" dela;
3- e/ou q o dono do restaurante nao deveria explicar com clareza nao apenas o motivo da cobrança como tb a origem do valor.

bem, acredito q vcs tao com uma percepcao meio distorcida da relacao "demandante vs prestador" q pode estar afetando negativamente sua forma de trabalhar. nao perceber o abuso por parte da cliente e a imposicao do limite por parte do garçom e do dono do restaurante pode indicar q vcs mesmos nao percebem qdo estao sendo vitimas de abuso, seja de um cliente, seja de um chefe

protip: nao sejam suscetiveis a famosos abusos tipo "vc ja ta indo embora, mesmo com tanta demanda pra equipe resolver?", "mas vc nao vai cobrar por isso tb, vai?", "tudo isso? mas nem deve ter dado tanto trabalho assim pra fazer", "nao me importa o q vc faça, mas precisa bater essa meta" etc etc etc. tb nao sejam escrotos como essa mulher foi, pensando q cortesia eh obrigacao mesmo qdo vc abusa e q quem nao concorda com isso deve ser punido de alguma forma

limites, meus caros, eh a base de qualquer relacao interpressoal. foi dai q nasceram os contratos, inclusive os de trabalho. REFLITAO

Fura Olho is offline   Reply With Quote
rockafeller
Chief Rocka
 

13-02-16, 10:28 #5
Velho, que tópico maravilhoso... *slow clap*
Me identifiquei muito, pois minha mulher era publicitária e era exatamente assim. Eu ficava putasso quase diariamente por causa dessas coisas descritas no texto. Às vezes eu ia buscar a mina às 10 da noite na porra da empresa.
Um belo dia que eu fui buscá-la e o chefe dela estava lá na porta também, estava a equipe inteira ali. Eu desci do carro, (minha mina já abaixou a cabeça pq sabia que viria merda) apertei a mão do cara e disse "estas horas extras serão recompensadas, né?"
O cara, que era um otario, disse "ehhh no final do mês o salário tá lá he he he"
Eu devo ter ficado vermelho na hora e disse "não, não é isso que eu estou falando, estou falando de horas extras, como dispõe a CLT."

O cara fez uma cara de merda, tipo "que deselegante!" e minha mina saiu me puxando.

Chegando em casa ela chorou, nossa, como eu pude ser tão escroto de falar isso, blablabla, a amiga dela ligou, chocada, disse que eu era louco hahahah

Uma ganhava 3k e a outra 2k. Dois meses depois, acharam um arquivo num pc que era do cara com o salário da galera. O cara ganhava 15k e tinha um bônus trimestral de 15k.
Poucos meses depois ambas haviam pedido demissão, e lembraram daquela ocasião como se eu fosse um herói. Rs.
No momento ambas continuam desempregadas. Minha mina até conseguiu um trabalho novo, mas basicamente ela teria que ficar viajando sem parar, sem hora extra, sem banco de horas, e teria que ficar à disposição dos caras o tempo todo. Disseram que era "tipo um gerente" mas não chamava gerente e não ganhava como gerente HAHAHA. Queriam pagar menos de 4k pra isso. Falei pra mandar tomar no cu. Continua desempregada rs

rockafeller is offline   Reply With Quote
SigSnake
Trooper
 

13-02-16, 11:56 #6
Não vejo problema nenhum as pessoas terem essas jornadas de trabalho 24/7 se concordam com isso

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EviLBraiN
Trooper
 

13-02-16, 12:03 #7
Eu me pergunto se não estão formando gente demais pra áreas que já estão saturadas... Pq aí as pessoas precisam aceitar essas condições de trabalho escravas... É isso ou o desemprego.

Mas tb não sei dizer no que elas deviam estar se formando...


Tem muita gente que não sabe colocar limite tb. Eu aconselho todos meus pacientes a terem 2 celulares. Não 2 chip em 1 celular. E deixar um pra pessoal e um pra trabalho. O de trabalho a noite e fim de semana vc deixa longe e olha as vezes...

Tem q desligar. Se não para no meu consultório depois... Eu mesmo, meu celular pessoal entra 2 chip, mas só uso 1. Tenho outro aparelho pra trabalho...

EviLBraiN is offline   Reply With Quote
Sephiroth
Trooper
 

Gamertag: sephitoff PSN ID: alanpk
13-02-16, 12:48 #8
Muitos dos motivos pro 'fracasso' da geração Y (odeio esses rótulos mas ok) eh de origem macroeconômica tb.

Governos jorrando crédito na praça pra suprir demanda de compra de bens supervalorizados
O cara se forma na faculdade com dívida do financiamento estudantil
E se quiser imóvel próprio tem q fazer outro financiamento maior ainda
A sociedade atual te programa pra ter dívidas até os 50 anos de idade, se vc nao tiver o colchão de conforto da ajuda financeira da família. Ou então, no Brasil, vá mamar na teta do governo.

Acaba q o 'proximo filme' ou jogo ou show fica sendo uma válvula de escape dessa prisão q somos jogados aos 20 anos de idade.
Não deveria ser novidade isso.

Sephiroth is offline   Reply With Quote
SigSnake
Trooper
 

13-02-16, 15:16 #9
se a politica macroeconomica foi uma bosta, basta vc se proteger dela

nao venha jogar o fracasso de uma geracao nas costas dos outros...

- Contrata credito quem quer...o que mais se ve é nego com 2k de salario comprando celular de 1.5k, ai a culpa nao é de qm da a corda, e sim do tonto que se enforca

- Financiamento estudantil, tbem...contrata quem quer...se o mercado ta pagando 3k-4k para formados e 2k para nivel médio, vai do vivente escolher pegar 50k emprestado para ter um ganho de 1k-2k no salario...

- imovel proprio, pelos preços atuais, outra asneira para quem tem menos de 30 anos, o cara nao sabe como vai ser sua vida, e nego se afunda em um financiamento de 360 parcelas...

http://startse.infomoney.com.br/port...sta-americano/

ninguem obrigou ele a contratar credito e morar "no que é seu" (pagando aluguel do dinheiro), ao inves de pagar aluguel de 0,2% do valor do imovel num pais que paga 1% de juro liquido por mes

- "a sociedade atual te programa para ter dividas" aaaaaiiihnnnn coitadinho!!!!!!!!!11!

Ditado antigo e mais do que atual: "Dinheiro nao admite desaforo"

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Sephiroth
Trooper
 

Gamertag: sephitoff PSN ID: alanpk
13-02-16, 17:01 #10
'Se tá ruim basta fazer ficar bom'

Foi a lógica sensacional q tirei do seu post Sig

Não contratei financiamento de nada mas consigo olhar além do próprio umbigo pra avaliar os problemas atuais

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Baron
Trooper
 

13-02-16, 17:48 #11
Quote:
Postado por SigSnake Mostrar Post
Não vejo problema nenhum as pessoas terem essas jornadas de trabalho 24/7 se concordam com isso
Concordo 110%.

A questão da coisa é: por que diabos as pessoas estão aceitando isso e achando normal e até bonito! Conheço algumas pessoas que acham bonito trabalhar das 9 da manhã até as 11 da noite.

Em 5 anos trabalhando numa startup eu saí do trabalho às 11 da noite umas 2 vezes. Fora 1 vez em que cheguei às 4 da manhã.

Saí bravo? Claro que não, eu sabia o que eu estava fazendo e porque eu estava fazendo aquilo. Na verdade saí contente (cansado, é verdade) de ter feito um bom trabalho.

Mas pera lá, se isso se torna rotina é porque tem alguma coisa BEM errada. Tem gente que tornou a exceção uma regra. Mas esse não é o problema, o problema é achar isso completamente normal!

Essa geração Y está deixando de constituir família, ler um bom livro e almoçar com os pais para ficar louca, neurótica e estressada. Os psiquiatras de plantão podem comemorar.

Sério, não acho que essa geração esteja num bom caminho.

E veja, o problema não é o empregador pelo fato de ele ser empregador. O empregador é uma pessoa comum como qualquer outra, sujeita ao mesmos problemas. Na verdade digo isso pra deixar claro que não, não se trata de luta de classes ou qualquer idiotice esquerdista.

A geração Y é a primeira geração a ter acesso irrestrito a praticamente qualquer tipo de informação, só para provar a todos nós que o problema, na verdade, nunca foi falta de informação.


Last edited by Baron; 13-02-16 at 17:53..
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gusto
Trooper
 

Steam ID: penaporta
14-02-16, 01:24 #12
Faculdade faz até reunião de pais contra 'geração mimada'

 

Claudia Costa checa as notas da filha Ana Giuliana Costa, 20, na faculdade

http://www1.folha.uol.com.br/cotidia...o-mimada.shtml

auihsuisahuisah pqp

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drakiN
Trooper
 

Steam ID: drakiN
14-02-16, 10:46 #13
tudo mimimi mesmo.

isso ae é papo de quem quer ser sustentado pelo governo trabalhando das 9 as 5 com 2h de almoço.

eu já trabalhei nos dois tipos de empresas e sou a favor de quem paga mais.

não está feliz com o seu trampo? estude, se esforce e busque outro.
ah mimimi que mundo injusto nao tem emprego, que eu faço? qualquer coisa.

nenhum lugar é obrigado a te dar empreguinho justo, salario justo e amiguinhos.
voce é e sempre será um recurso a mais na empresa e será pago/usado de acordo com suas responsabilidades.

drakiN is offline   Reply With Quote
SigSnake
Trooper
 

14-02-16, 12:27 #14
Quote:
Postado por Sephiroth Mostrar Post
'Se tá ruim basta fazer ficar bom'

Foi a lógica sensacional q tirei do seu post Sig
Exato.

Se a situação ta uma merda, so depende de vc sair dela, e nao ficar reclamando, ou seja, de mimimi

Se ta achando bonito trabalhar das 09 as 23, blz, manda bala champs

Se quer trabalhar das 09 as 17 com duas horas de almoço, blz tbem

Serio, nao vejo problema nenhum nos casos citados...

Agora não vejo pq falar que a politica macroeconomica é uma das culpadas por esse comportamento... sendo que, apesar a politica macroeconomica dos ultimos 9 anos ser uma merda fetida, a situação é ainda BEM melhor que de 30 anos atras e não tinha esses mimimizentos...talvez ate tivesse, mas nao tinha o FEICI que da voz a esses ai


Last edited by SigSnake; 14-02-16 at 12:38..
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NITRO
Trooper
 

23-02-16, 19:50 #15
Falando em mimimi...

Pepsi será julgada pelo Conar por “O mundo tá chato”
 

Limões falantes da Pepsi: eles estão dando o que falar nas redes sociais

São Paulo – Nas próximas semanas, o Conar deve julgar a campanha “O mundo tá chato” da Pepsi, depois de cerca de 50 consumidores reclamarem que a peça desmerece ações em defesa de minorias.

O vídeo traz a conversa de dois limões-propagandas da marca sobre a nova embalagem da Pepsi Twist.
Um deles diz "Essa latinha ficou animal", e outro responde, "Não fala assim não, algum animal pode se ofender".
Outras afirmações, como "o mundo anda muito sensível" e "se o mundo tá chato, dê um Twist", seguem sem que nenhuma causa ou grupo seja citado de forma explícita.

A campanha também está dando o que falar nas redes sociais, depois do anúncio do Conar.


fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/...mundo-ta-chato

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Chronos
Caldas
 

PSN ID: lschronos2 Steam ID: lschronos
23-02-16, 20:08 #16
Genial! Sensacional!! Muito bom!!!

Agora vão dizer que é "incitação ao mimimi" essa propaganda. hahahaa


Last edited by Chronos; 24-02-16 at 11:48..
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NITRO
Trooper
 

24-02-16, 00:40 #17
Quando li pensei que era piada...

Movimento negro repudia uso de nome "acarajé" pela PF na Operação Lava Jato

O CEN (Coletivo de Entidades Negras) divulgou nesta segunda-feira (22) uma nota de repúdio à utilização do nome "acarajé" pela PF (Polícia Federal) para batizar a 23ª fase da Operação Lava Jato.

"Nosso repúdio vem no sentido do total desrespeito religioso a um elemento sagrado do candomblé, desrespeitando assim, de forma acintosa, toda a tradição e história dessa religião no Brasil", lê-se no texto do CEN, que é a organização nacional do movimento negro no país. "Nada justifica a escolha deste nome e exigimos sua imediata alteração".


A organização acrescenta que repudia ver "nossa religiosidade vinculada a uma operação para prender bandidos. Isso, para nós e toda nossa comunidade religiosa, é inaceitável."

A 23ª fase da Operação Lava Jato, intitulada "Acarajé", tem como alvos principais o publicitário baiano João Santana, que encabeçou campanhas presidenciais petistas, e a empreiteira Odebrecht, fundada em Salvador (BA).

O MPF (Ministério Público Federal) e a PF encontraram transferências de US$ 7,5 milhões (R$ 30 milhões, em valores desta segunda) de investigados da Lava Jato para a conta da offshore Shellbill Finance S.A., controlada pelo marqueteiro João Santana e pela mulher e sócia dele, Mônica Moura. A offshore, baseada no Panamá, não foi declarada às autoridades brasileiras.

Dentre outras decisões, o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, decretou a prisão temporária de Santana e Mônica Moura, que se encontram, neste momento, na República Dominicana, onde trabalham em uma campanha eleitoral.

Em nota enviada à imprensa, a PF afirmou que "a 23ª fase da Operação Lava Jato foi denominada "Acarajé" em alusão ao termo utilizado por alguns investigados para nominar dinheiro em espécie".

Ao UOL, o coordenador de Políticas Institucionais do CEN, Márcio Alexandre Martins Gualberto, declarou que a utilização do nome de um alimento sagrado da religião de matriz africana, em um contexto de uma ação policial contra a corrupção, é um desrespeito.

"É óbvio que não somos contra a operação em si. Porém faltou um pouco de zelo e inteligência à PF ao nomeá-la. Vivemos em um contexto de intolerância religiosa, em que as religiões de matrizes africanas são constantemente alvos de ações preconceituosas. Um órgão público não pode reforçar o preconceito", disse Gualberto.

Leia a íntegra da nota do Coletivo de Entidades Negras:

O Coletivo de Entidades Negras, CEN, organização nacional do Movimento Negro que tem, entre outros temas, a defesa das religiões de matrizes africanas, vem a público apresentar seus mais veementes protestos e repúdio à operação da Polícia Federal batizada de Operação Acarajé. Nada justifica a escolha deste nome e exigimos sua imediata alteração.

O acarajé é alimento sagrado para as pessoas que, em todo o país cultuam os Orixás. Há pouco tempo, na Bahia, o acarajé foi objeto de disputa jurídica entre o povo de santo e os evangélico-pentecostais que queriam rebatiza-lo de bolinho de Jesus para, assim, poder comercializa-lo. O povo de santo venceu a pendenga apresentando a sacralidade do alimento que é intimamente relacionado à Orixá Oya.

Nosso repúdio vem no sentido do total desrespeito religioso a um elemento sagrado do Candomblé, desrespeitando assim, de forma acintosa, toda a tradição e história dessa religião no Brasil.

Afirmamos que Orixá e o povo de santo nada tem com a roubalheira que assola o país. O que repudiamos é ver nossa religiosidade vinculada a uma operação para prender bandidos. Isso, para nós e toda nossa comunidade religiosa, é inaceitável.

Coordenação Nacional do CEN.

http://noticias.uol.com.br/politica/...-lava-jato.htm

NITRO is offline   Reply With Quote
Something
Trooper
 

24-02-16, 01:03 #18
Essas tentativas desses braços governamentais de tentar ganhar algum tipo de simpatia do povo em nome das "minorias", só reflete o nível de desespero que a nossa politica se encontra.

Mas o mais preocupante é ver até onde uma parcela do povo realmente simpatiza com esses tipos de manobras.

Só exu na causa desse país mesmo.

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drakiN
Trooper
 

Steam ID: drakiN
24-02-16, 01:03 #19
AEHIUHAEIUAE que vergonha alheia mano..
se eu fosse preto eu me pintaria de branco. pqp.

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MdKBooM
Trooper
 

24-02-16, 01:04 #20
TIL acarajé = óstia

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Blazed
Trooper
 

24-02-16, 09:54 #21
Há pouco tempo, na Bahia, o acarajé foi objeto de disputa jurídica entre o povo de santo e os evangélico-pentecostais que queriam rebatiza-lo de bolinho de Jesus para, assim, poder comercializa-lo. O povo de santo venceu a pendenga.

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FeDaYkIn
e tenho dito
 

24-02-16, 10:02 #22
Eu sempre tive algumas ideias formadas a respeito disso tudo... afinal essa discussão sobre tempo, trabalho, família, etc., sempre esteve por aí.
Inclusive a mídia, filmes, religiões, etc, sempre condenam os "workaholics" e tal..

Uma vez conheci uma pessoa que me fez repensar sobre o assunto, japonês de meia idade, mto inteligente e esforçado, trabalhava bastante. Quando eu indaguei pq ele não trabalhava menos e ficava mais com a sua família, se ele não ligava pra sua família e talz, ele me respondeu algo do tipo: meu trabalho é a minha forma de expressar meu amor pela minha família, eu trabalho e vivo por eles, eles sentem a minha presença onde quer que eu esteja e assim garanto condições melhores para meus filhos e esposa, condições que nunca tive.

Velho, sei lá, isso me pegou desprevenido e me fez repensar bastante coisa.

Outra coisa que me fez pensar foi assistir ao documentário "Jiro Dreams of Sushi". Tem uma hora que o Jiro fala um pouco sobre os "jovens", não necessariamente geração Y, Z...
Ele diz: "Os jovens de hoje em dia querem ter muito e não precisar trabalhar/se esforçar por isso".
Tem todo um contexto, recomendo que assistam... é de arrepiar, pago pau pra cultura japonesa.
Acho que isso resume bem o "problema", não é geração, como já foi dito aqui.

No final das contas todo mundo queria ser aquele cara que rocka falou que ganha os 15k/mês, mas ninguém quer batalhar por isso ou acha que o que já fez até agora já basta e que o mundo está sendo injusto.
Isso é mimimi, arregaça as mangas, vai trabalhar, ninguém (honesto) começa por cima. Se você não ganha seus 15k/mês é pq vc não vale isso, ou pq falhou em mostrar seu valor para o mercado.

Sei lá, parece aqueles mimimis de "ah o professor não quis me dar 0.5 pt a mais para eu não pegar DP".

Posso ter desviado do assunto, mas quis compartilhar com vcs o que eu penso e indicar o filme do Jiro, que é foda.

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Fura Olho
wat
 

XFIRE ID: EmB_FuraOlho Steam ID: gustavomartino
24-02-16, 10:19 #23
pra quem tem preguica de ler (autosabotagem em sua forma mais perversa), eis aqui um resumo do topic:

Quote:
Postado por FeDaYkIn Mostrar Post
Se você não ganha seus 15k/mês é pq vc não vale isso, ou pq falhou em mostrar seu valor para o mercado.
bjos

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Chronos
Caldas
 

PSN ID: lschronos2 Steam ID: lschronos
24-02-16, 11:50 #24
Porra! A operação é de purificação do país e os caras ficam xatiados... porra!!!

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Hades
Trooper
 

24-02-16, 12:18 #25
os caras não "ficam xatiados", chronos. eles sabem que nenhum deles inventou a porra do acarajé e que não tem nenhum direito de falar em apropriação cultural na nossa sociedade (e na baiana) altamente miscigenada.

eles apenas são fdp e usam isso como desculpa para ganhar um pouco de mídia e atacar a polícia.

quanto mais eles aparecerem na mídia e forem citados pela população, mais fácil fica para o governo legitimar repasse de verbas para eles. como retribuição, atacam a polícia que investiga esse mesmo governo.

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Chronos
Caldas
 

PSN ID: lschronos2 Steam ID: lschronos
24-02-16, 13:09 #26
Quote:
Postado por FeDaYkIn Mostrar Post
Eu sempre tive algumas ideias formadas a respeito disso tudo... afinal essa discussão sobre tempo, trabalho, família, etc., sempre esteve por aí.
Inclusive a mídia, filmes, religiões, etc, sempre condenam os "workaholics" e tal..

Uma vez conheci uma pessoa que me fez repensar sobre o assunto, japonês de meia idade, mto inteligente e esforçado, trabalhava bastante. Quando eu indaguei pq ele não trabalhava menos e ficava mais com a sua família, se ele não ligava pra sua família e talz, ele me respondeu algo do tipo: meu trabalho é a minha forma de expressar meu amor pela minha família, eu trabalho e vivo por eles, eles sentem a minha presença onde quer que eu esteja e assim garanto condições melhores para meus filhos e esposa, condições que nunca tive.

Velho, sei lá, isso me pegou desprevenido e me fez repensar bastante coisa.

Outra coisa que me fez pensar foi assistir ao documentário "Jiro Dreams of Sushi". Tem uma hora que o Jiro fala um pouco sobre os "jovens", não necessariamente geração Y, Z...
Ele diz: "Os jovens de hoje em dia querem ter muito e não precisar trabalhar/se esforçar por isso".
Tem todo um contexto, recomendo que assistam... é de arrepiar, pago pau pra cultura japonesa.
Acho que isso resume bem o "problema", não é geração, como já foi dito aqui.

No final das contas todo mundo queria ser aquele cara que rocka falou que ganha os 15k/mês, mas ninguém quer batalhar por isso ou acha que o que já fez até agora já basta e que o mundo está sendo injusto.
Isso é mimimi, arregaça as mangas, vai trabalhar, ninguém (honesto) começa por cima. Se você não ganha seus 15k/mês é pq vc não vale isso, ou pq falhou em mostrar seu valor para o mercado.

Sei lá, parece aqueles mimimis de "ah o professor não quis me dar 0.5 pt a mais para eu não pegar DP".

Posso ter desviado do assunto, mas quis compartilhar com vcs o que eu penso e indicar o filme do Jiro, que é foda.
Concordo bastante com estes pontos... Na minha opinião, se você trabalha muito, tem condições de alcançar sim os 15k+/mês... Se você é um "workaholic" (por assim dizer), então corra atrás de metas que vão te recompensar.

Agora, se você é um workaholic que trabalha com algo que não te recompense, que só vai te gerar um tapinha nas costas, aí você está no lugar errado.
@Hades; realmente, os caras querem aproveitar qualquer holofote midiático... Seja do jeito certo ou do jeito errado (serto).

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NITRO
Trooper
 

19-01-17, 16:35 #27
Falando em mimimi

Conar se irrita com acusações contra a Ruffles sabor feijoada
Conselheiros do órgão emitiu uma nota pedindo “bom senso”

 


As denúncias de consumidores enviadas ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) sobre a campanha da batata frita Ruffles sabor feijoada irritou os conselheiros do órgão.


De acordo com a coluna Gente Boa, do jornal O Globo, alguns consumidores entenderam o fato de um homem negro estampar a embalagem do novo produto da Pepsico como racismo, como se a empresa supostamente quisesse associá-lo à feijoada.

O Conar emitiu uma nota na qual pede “bom senso”. “Está na hora de deixarmos os exageros de lado e praticarmos o bom senso na avaliação do comportamento que envolver preconceito”.

A denúncia sobre o caso foi arquivada.

https://www.noticiasaominuto.com.br/...sabor-feijoada

Esse mimimi todo e a foto em questão é do criador do sabor novo...
Esse povo reclama demais.

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Chronos
Caldas
 

PSN ID: lschronos2 Steam ID: lschronos
19-01-17, 16:39 #28
puta MIMIMI.

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rockafeller
Chief Rocka
 

19-01-17, 16:44 #29
VOTE NO MEU SABOR

povo burro do caralho

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Blazed
Trooper
 

19-01-17, 16:51 #30
MLK RACISTA
MORENO AINDA CRIA SABOR FEIJOADA

 

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ircF
Trooper
 

19-01-17, 16:54 #31
velho, meio off mas CADE A PORRA DO FEIJUCA?

Voces experimentaram? Era bom pra caralho!

Serio, era tao boa q eu entrei no FUCKING SITE E VOTEI no feijuca como vencedor.

Sumiram os tres concorrentes das prateleiras dos supers, cade a merda do feijuca?

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NITRO
Trooper
 

19-01-17, 16:57 #32
ircF, o sabor feijoada ficou nos mercados só durante a votação.
acho que eram três sabores disputando e calabreza (calabreonda) ganhou

"O sabor ganhador será vendido até o final de fevereiro de 2017 e o seu criador leva 100 mil reais e 1% das vendas."

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Something
Trooper
 

19-01-17, 17:23 #33
hahahaha

Negro virou pet de grupo político

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SparkS
Trooper
 

19-01-17, 18:05 #34
Imagina se ainda fosse uma mulher negra :o

SparkS is offline   Reply With Quote
NITRO
Trooper
 

21-01-17, 22:30 #35
Homem que estampa embalagem de batata sabor feijoada nega racismo: 'Escolhi a cor'

 


Um sabor exótico da batata Ruffles está gerando polêmica nas redes sociais: a empresa de salgadinhos foi massivamente acusada de racismo por ter estampado um homem negro na versão "feijoada", após uma promoção. Por sua vez, o microempreendedor Reginaldo Moraes, de 44 anos, que teve a ideia e emprestou seu rosto para o produto, não vê nada além do próprio mérito na embalagem da batata.
Morador de Quitandinha, cidade rural do Paraná, Reginaldo ficou sabendo da repercussão, que ganhou as redes nos últimos dias, apenas nesta sexta-feira. Ele se surpreendeu com a reação das pessoas e não entende como o produto poderia soar racista:
— Ouvi dizer que a internet não gostou muito da ideia. Mas o que eu posso fazer com o que o pessoal comenta? Eles estão totalmente enganados — lamentou.


 


Reginaldo explica que esteve envolvido na criação do produto desde o início, quando cadastrou sua criação no site da promoção - ele criou três sabores além da feijoada, mas só se lembra do "escondidinho de frango". A promoção lhe deu liberdade para escolher vários detalhes do produto, segundo ele:
— Eu que criei o sabor. Depois de fazer o cadastro, também fui eu que escolhi a cor preta do pacote. A empresa só mudou o nome, que eu tinha escolhido "feijoada tradicional". Eles escolheram "Feijuuuca" por uma questão de marketing.

 


O sabor feijoada foi finalista da promoção "Faça-me um sabor" da Ruffles, junto com os sabores burrito e calabresa, que foi o vencedor. Os três foram produzidos e colocados a venda após passarem por várias fases do concurso, que intercalavam votação popular e uma comissão julgadora. As autoras dos outros dois sabores também estamparam os produtos.

 


A ideia surgiu para Reginaldo de uma maneira bastante despretensiosa. Ele conta que estava a caminho de um dos frequentes churrascos que faz com os amigos e resolveu levar batatas chips. Durante a refeição, misturou tudo e gostou. Mas, se o sabor não agradou a todos, para ele as pessoas mais importantes gostaram desta edição limitada da batata:
— Eu tenho um casal de filhos que aprovou a batata de feijoada. E a minha mulher também não quer saber de outra coisa! Fizemos até um estoque em casa.
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recebeu denúncias contra o produto desde 2016. Reginaldo lembra que quando a promoção ainda não tinha chegado em sua fase final, internautas comentavam "por que colocaram este neguinho?" nas páginas do concurso. Contanto, assim como o autor da ideia, o relator do Conar Conselheiro Antonio Jesus Cosenza arquivou o processo e ainda disse: “Está na hora de deixarmos os exageros de lado e praticarmos o bom senso na avaliação do comportamento que envolver preconceito”.
A PepsiCo, empresa que produz o alimento, enviou uma nota sobre o caso. Leia na íntegra:
"A PepsiCo é uma empresa global de alimentos e bebidas que apoia a diversidade e a inclusão. A embalagem de Ruffles #Feijuuuca exibe a imagem do criador do sabor, um dos três finalistas do concurso ‘Faça-me um sabor Ruffles’, lançado em 2016, no Brasil. Todos estes pontos foram esclarecidos ao CONAR, que encerrou o caso por decisão unânime.’’


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/bras...#ixzz4WRiPKRL5

NITRO is offline   Reply With Quote
yahoo!?
Trooper
 

Steam ID: STEAM_0:0:3711915
22-01-17, 11:13 #36
Mas eu nem tive filho para nascer a Geração Y(ahoo)!?

carlosalbertodanobregarindo.jpg

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