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Default Classe artística e intelectuais defendem a liberdade de expressão. Bem-vindos!

10-10-17, 15:04 #1
http://cultura.estadao.com.br/blogs/...ade-expressao/

Wolfianas n° 4 – Classe artística e intelectuais defendem a liberdade de expressão. Bem-vindos!

Artistas e intelectuais manifestaram-se em defesa da liberdade de expressão e contra censura. Será para todos ou apenas para os que estão "do lado certo" da agenda ideológica?

Por Eduardo Wolf

A liberdade de expressão está em baixa. É curioso constatar isso agora que esta coluna completa dois meses aqui no Estado da Arte, especialmente porque dois ensaios foram dedicados diretamente a esse tema (aqui e aqui), e calhou que eu escrevi praticamente apenas sobre isso desde agosto (como aqui). Os desdobramentos das marchas de supremacistas brancos e neonazistas em Charlottesville fizeram com que usássemos este espaço para publicar artigos, entrevistas e textos clássicos sobre liberdade de expressão e compromissos democráticos plurais e tolerantes, o que nos levou de John Milton e sua Areopagítica a Ian McEwan (em texto inédito em português, aliás), passando por excelentes debates nossos contemporâneos.

Passados quase dois meses daqueles episódios na Virginia, a verdade é que as condições de exercício da liberdade de expressão deterioraram-se a olhos vistos, apenas que, agora, aqui no Brasil. Um ambiente intolerante e muito próximo da violência física, estruturado fundamentalmente em uma lógica de exclusão da dissidência e da voz divergente, engajado na eliminação do pluralismo e da abertura à diversidade de perspectivas veio se instalando ainda mais confortavelmente em nossos meios sociais. Os casos nesse sentido, aliás, têm se sucedido já há algum tempo.

O episódio mais recente foi o de Daniela Thomas, que estreou na direção com o longa Vazante, filme bastante elogiado na Berlinale e muito aplaudido em sua exibição no Festival de Brasília. Daniela acreditou que, na manhã seguinte à estreia do filme no festival nacional, teria um debate com público, crítica e colegas do meio audiovisual. Em vez disso, os batalhões que vêm se formando na sociedade brasileira em luta continuada e cada vez mais violenta contra a liberdade, a arte e o pensamento, agindo sempre em nome de agendas ideológica e moralmente estreitas, aguardavam-na para um triste episódio de enquadramento policialesco. Nas palavras da própria diretora em seu texto para a revista Piauí, “O lugar do Silêncio”,

No tal debate, depois de quase duas horas de violentos ataques por parte de algumas poucas pessoas que se impuseram com ameaças ou gritos pela posse do microfone, e que, quando não de posse dele, sinalizavam um absoluto horror às minhas palavras, com gestos grandiloquentes, socos na cadeira, interjeições de nojo, gargalhadas irônicas e outros assombros, sendo que a mediadora, também acuada, não fazia qualquer movimento para acalmar os ânimos ou retomar a lista de debatedores que havia pacientemente escrito em seu caderno, eu finalmente capitulei.

As “acusações” terríveis a que foi submetida a diretora nesse verdadeiro processo inquisitorial eram claras: não sendo negra, resolveu filmar sobre a escravidão no Brasil, e o resultado não agradou a moralidade e a política defendidas pelo movimento negro. Em meio à agressividade dos inquisidores, chama muito a atenção a postura de um crítico de cinema que, mesmo diante da capitulação de Daniela e de seu pedido de desculpas (foi bem isso, ela o admite) por ter feito o filme, não cede e conclui: que Daniela, então, não lance o filme. Que Daniela não mostre o filme que produziu ao país.

Ora, o leitor há de concordar que essa não é a avaliação de um filme, mas a decisão final de um tribunal de censores. Assim funciona o obscurantismo ideológico e moral dos que, seguros de que são detentores da verdade absoluta, legislam sobre o que é arte e o que não é; qual seu papel em sociedade; quem deve executá-lo e como. Quando grupos assim passam a fazer pressão pública, motivados por razões morais e políticas, contra a livre expressão das ideias, da arte e do pensamento, o resultado só pode ser o triunfo da censura, a criação de um ambiente de pesado autoritarismo e o cerceamento das mais elementares liberdades.

Imaginei que classe artística, intelectuais e acadêmicos sairiam em defesa da diretora, da liberdade de expressão e da dignidade da arte como um valor inegociável das sociedades democráticas, livres e plurais. Não encontrei nada disso. Pelo contrário, houve expressiva manifestação de críticos de cinema nas redes sociais criticando, em verdade, Daniela Thomas. Claro, tal atitude não foi unânime, e o excelente crítico da Folha de São Paulo, Inácio Araújo, descreveu o que viu sem meias palavras. Aqui neste Estado da Arte, Valeska Silva examinou, com fôlego de ensaio, o estado crítico do que passa por crítica em nosso tempo.

O que devemos pensar de uma situação como essa?

Em primeiro lugar, que a situação não é nova. Ainda neste ano, o Festival de Cinema de Pernambuco foi objeto de um “boicote” — e, hoje sabemos, boicote por divergências artísticas ou de opinião política é um outro nome para “censura”. Assim, o documentário O Jardim das Aflições, de Josias Teófilo, foi alvo do ataque de outros sete diretores que teriam seus filmes exibidos no Festival, mas recusaram-se a participar. Acusado por uma das cineastas-censoras de “falar sobre um dos principais nomes da direita conservadora”, o filme é sobre Olavo de Carvalho, controverso intelectual brasileiro radicado nos Estados Unidos e que desempenhou papel importante na formação de movimentos conservadores brasileiros contemporâneos.

Não teria sido o caso de uma vigorosa manifestação pública contra esse tipo de atitude persecutória, que invariavelmente resulta em censura e estreitamento das liberdades, em estreitamento dos espíritos? Raras, no entanto, foram as vozes que trataram do tema com serenidade e objetividade na imprensa e no meio cultural. Foi o caso de Jerônimo Teixeira, em seu blog em Veja, e Ruth Aquino, em matéria para a revista Época. De resto, o silêncio e a conivência do meio cultural, acadêmico e intelectual deram, já naquela ocasião, a tônica.

Talvez fosse o caso de supor uma certa supresa: quem sabe a classe artística, os intelectuais e os acadêmicos não estivessem acostumados a lidar com isso. Quem sabe, poderíamos pensar, perplexos diante de isoladas atitudes de censura e de intimidação física, mesmo, contra artistas e cineastas, o millieu não soube como reagir. Ora, mas nada disso era novidade. Já em 2016, na aula magna que proferiria na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo em 17 de fevereiro daquele ano, o sociólogo e professor emérito daquela universidade, José de Souza Martins, foi impedido de falar por manifestantes que, não satisfeitos em apresentar suas reivindicações ou deixar claro seu protesto, exigiram nada menos que o silêncio do professor, cassando-lhe a palavra, impedindo que desse sua aula (tratei do tema em artigo para a revista Veja à época).

Poderíamos recuar, quem sabe, para 2015: a encenação de “A Mulher do Trem”, da companhia Fofos Encenam, foi cancelada após protestos de parte do público e de militantes do meio, que identificaram em um ator pintado de negro a prática de blackface, considerada racista. Nem todas as explicações técnicas dos envolvidos na produção para esclarecer que não se tratava disso adiantou: o Itaú Cultural cancelou a peça e promoveu sessões de algo poderíamos descrever como reconciliação ideológico-espiritual entre os envolvidos — agora, condenar o cerceamento da expressão artística, bem, foi algo que não ocorreu a praticamente ninguém.

Será que, diante desse quadro de terríveis ataques às liberdades mais elementares de expressão artística e do livre pensar, não haveria de mobilizar os artistas, os diretores de cinema, os dirigentes de instituições culturais, os acadêmicos e jornalistas a se manifestarem vigorosamente em defesa da liberdade de expressão? Pois bem: eles se manifestaram.

Agora mesmo, circula nas redes sociais um vídeo-manifesto da classe artística e de intelectuais contra a “censura e a difamação“. Publicado no domingo (08 de outubro), a manifestação da classe, assim como um vídeo da artista Fernanda Montenegro que defende, sem tergiversar, que “a única cultura que constrói um país (…) é a cultura da liberdade”, surge na esteira dos protestos de segmentos conservadores da população, especialmente religiosos, mas não apenas, que boicotaram e atacaram — chegando às vias de fato da violência, em alguns casos — as exposições Queermuseu, no Santander Cultural de Porto Alegre, e a performance “La bête”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

É irônico que, depois de filmes boicotados, professores silenciados, palavras cassadas e cineastas submetidos a inquisições ideológicas, foi necessária uma performance em que uma menina de 5 anos foi constrangida a tocar um homem adulto nu para que a classe artística julgasse que não deveria ser submetida à censura de segmentos da população que resolveram decidir o que é arte e o que não é; qual seu papel em sociedade; quem deve executá-lo e como. É curioso que, apenas agora que obras de conteúdo explícito, reconhecidamente de adultos para adultos (como na frase de Adriana Varejão sobre sua obra polêmica na exposição do Santander em Porto Alegre) foram objeto de mostras educativas para crianças, as reações inflamadas, inquisitoriais e persecutórias do populacho provocaram nos artistas e intelectuais a necessidade de defender a liberdade de expressão e de não aceitar a imposição de nenhuma agenda moral e política sobre os domínios da expressão artística e do pensamento, não importa de que grupo venha.

Irônico, sim; curioso, sem dúvida. Mas que bom! Antes tarde do que nunca. Que bom que, agora, a classe artística e os intelectuais estão mobilizados contra a ideia de que uma parcela da população, se quiser, fecha exposição, cancela peça de teatro ou retira filme de exibição. Isso não é bom para a liberdade, não é bom para o pluralismo democrático. Que bom que, agora, a classe artística e os intelectuais estão conscientes de que a arte e o pensamento devem ser livres, não podendo se submeter a nenhum tipo de pressão popularesca, moralista, ideológica ou política.

Classe artística, intelectuais: sejam bem-vindos!

Agora, só para confirmar: não vale nenhuma censura, mesmo, certo? Não pode nenhum moralismo, correto? Patrulha político-ideológica alguma está autorizada, de acordo? Ou a liberdade de expressão só vale quando a patota decide que vale? Porque, sejamos francos, classe artística e intelectuais, o histórico de vocês na defesa da liberdade de expressão, como eu mostrei acima, não é nada bom. E se a liberdade só vale para a patota, bem, a única coisa que as recentes manifestações da classe artística e dos intelectuais terão comprovado é que a classe artística e os intelectuais não defendem, nunca defenderam, a liberdade de expressão. Restarei convicto, aqui, de que isso não poderia ser verdade, e de que estamos, de fato, evoluindo para um consenso em defesa da liberdade para valer.





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Jeep
fagmin
 

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10-10-17, 15:04 #2
http://epoca.globo.com/sociedade/rut...-aflicoes.html

O jardim das aflições
Patrulha de cineastas de esquerda boicota filme “de direita” em festival, em guerra de patotas

Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. Boicotam um filme no Festival de Cinema de Pernambuco. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam o cineasta maldito, matam o contraditório, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho na sala escura, rouba o projetor e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

É uma paródia do poema “No caminho com Maiakóvski” (1968), de Eduardo Alves da Costa. Ajuda a ilustrar a pataquada de diretores de sete filmes que retiraram seus curtas do festival. Começaria no dia 23 de maio para celebrar 21 anos de vida. O motivo maior do boicote foi um documentário de 81 minutos, O jardim das aflições, sobre o filósofo de direita Olavo de Carvalho. Os revoltados afirmaram, em nota, que a escolha “favorece um discurso partidário alinhado a grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. O festival foi adiado por causa da debandada. A seleção era de nove filmes. Não seria isso o que se chama diversidade?

“Não é possível ter debate, só entre esquerdistas”, me disse o diretor Josias Teófilo. Ele revelou que sua vida ficou “insustentável” em Brasília depois de resolver filmar Olavo de Carvalho. “Grandes festivais disseram que eu não era bem-vindo e que nunca mais eu conseguiria dirigir nada. Esse documentário foi feito com crowdfunding porque seria impossível tentar a Lei Rouanet. Vivemos a tirania da coletividade sobre o indivíduo. Quem está fora desse establishment de esquerda só encontra má vontade no campo do cinema.”

A patrulha, de esquerda ou de direita, não é só burra, primária e insuportável. É perigosa. Favorece o obscurantismo, a ignorância. Na chamada esquerda brasileira, há grupos numerosos, especialmente no PT, que fazem distinção entre “a censura do bem” e a “censura do mal”. “As ditaduras do bem”, como Cuba e Venezuela, e “as do mal”, de direita. É de uma insensatez frenética e fanática a forma como tantos intelectuais relativizam prisões, torturas, arbitrariedades, corrupção, censura, preconceito sexual, força do Estado... desde que o regime seja de esquerda.

“Esses cineastas que boicotaram o Festival de Pernambuco conseguem ser piores que Mao e Hitler, que assistiam aos filmes antes de censurar. Leonid Brejnev proibiu um filme de Tarkovski, mas assistiu antes. Esse grupo aí não viu e não gostou”, disse o diretor Josias Teófilo. “O jardim das aflições é muito mais metafísico que político. Fala de Aristóteles e Platão. O documentário traz uma mensagem a favor da individualidade. Discorre sobre a morte. Não tem motivo esse desespero todo. Mandei mensagens simpáticas aos colegas revoltados, agradecendo pela divulgação. Eu não podia pagar assessoria de imprensa.”

Olavo de Carvalho tem 70 anos, vive hoje em Petersburg, uma cidade americana de 30 mil habitantes com 80% deles negros. Dá curso on-line de filosofia para 3 mil alunos. É apontado como um dos mentores do conservador Movimento Brasil Livre (MBL), embora recuse esse título e critique “a direita emergente”. É fervoroso opositor do PT e de Dilma. E crítico do governo Temer, que considera ilegítimo. “Como vice, Temer não tem rabo preso, ele é um rabo preso”, disse ao repórter João Fellet, da BBC Brasil, em sua casa.

Militou no Partido Comunista durante a ditadura, foi amigo de José Dirceu, escondeu armas. Já se envolveu com esoterismo e astrologia. Mas se aproximou da Igreja Católica. Hoje, reza antes de dormir. Mantém uma espingarda sobre a cama para defesa pessoal e tem 30 rifles de caça. Olavo de Carvalho é um provocador, um polemista, a favor da “democracia plebiscitária”.

Uma das diretoras que se retiraram da mostra em Pernambuco, Gabi Saegesser, do curta Iluminadas, disse que “O jardim das aflições vai contra qualquer possibilidade de diálogo”, ao falar sobre “um dos maiores representantes do conservadorismo de direita”. Para a cineasta, a presença do título na programação “é como se o festival desrespeitasse a visão política e social de outros filmes”. Não é só Olavo o alvo do boicote. Há outro filme, o longa de Rodrigo Bittencourt sobre as origens do Plano Real. Entre os diretores rebelados, estão Savio Leite, Cíntia Domit Bittar, Eva Randolph, Leo Tabosa.

Na arte, como na política e na vida, o Brasil passa por um momento delicado de torcidas e patotas que urram a favor e contra, distorcem a realidade e tentam calar o outro com discurso de ódio ou de vitimização. Tapar os ouvidos e os olhos a quem discorda de você é um atestado de fraqueza e autoritarismo. Você pode ou não acreditar que Lula não tem nenhuma influência sobre o PT. A cabeça é sua ainda. A aflição também.

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Sephiroth
Trooper
 

Gamertag: sephitoff PSN ID: alanpk
10-10-17, 15:14 #3
Alguem viu a reportagem do Fantástico sobre o caso da menina tocando o peladão no museu?
Por acaso foi o único momento do programa q vi esse domingo.

Recomendo ver com um balde do lado pra despejar o vômito.

Fazia tempo q não produziam uma peça tão manipulativa

Botaram no mesmo saco as famílias, os religiosos ofendidos com a cena, e traficantes que invadem terreiro de ubanda e quebram tudo.
Trouxeram uma 'especialista' sobre direitos humanos e liberdade de expressão. (em 2min acharam ela no FB e a mulher é militante do PC do B)
A cereja no bolo foi fechar com o Caetano Veloso(que comeu uma menina de 13 anos quando tinha 40) falar de censura nesse caso cujo tema central é a alegoria pedófila.


O Projacquistão está descontrolado


Last edited by Sephiroth; 10-10-17 at 15:19..
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SparkS
Trooper
 

10-10-17, 16:16 #4
Globo é um canal bem esquerdista, pode ver que sempre que podem, metem o pau no Temer, aliados. Sempre que tem um artista falando contra, eles colocam no ar também para opinar contra o governo atual, chega a ser ridículo. No próprio Rock in Rio, sempre que qualquer artista falava contra o governo atual ou quando a platéia gritava "Fora Temer", a globo noticiava. Dá vontade de vomitar.

Tirando essa parte política, nessa questão de liberdade de expressão pode ver que eles são bem alinhados aos artistas, a favor da liberdade de expressão, contra censura, a favor da geração trans por aí vai...

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Baron
Trooper
 

10-10-17, 16:20 #5
Mídia é sempre fake news, não importa quem seja. Nem entendo como as pessoas ainda assistem a Fantástico e porcarias do tipo.

Provavelmente as próximas gerações vão levar esses programas para a morte.

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wiseman
Trooper
 

Gamertag: DNWise PSN ID: DNWise Steam ID: wiseman
10-10-17, 16:44 #6
Quote:
Postado por SparkS Mostrar Post
Globo é um canal bem esquerdista, pode ver que sempre que podem, metem o pau no Temer, aliados. Sempre que tem um artista falando contra, eles colocam no ar também para opinar contra o governo atual, chega a ser ridículo. No próprio Rock in Rio, sempre que qualquer artista falava contra o governo atual ou quando a platéia gritava "Fora Temer", a globo noticiava. Dá vontade de vomitar.

Tirando essa parte política, nessa questão de liberdade de expressão pode ver que eles são bem alinhados aos artistas, a favor da liberdade de expressão, contra censura, a favor da geração trans por aí vai...
Não tem programa mais de esquerda que aquele Encontro com Fátima Bernardes, de tanto falarem resolvi assistir por 1 semana e é só pauta de esquerda mesmo.
Aí sexta feira aconteceu isso:

E o q fizeram? Ontem tinha vários idosos na platéia "a favor" uheuhehue

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ragauskas
Trooper
 

Steam ID: ragauskas
10-10-17, 16:58 #7
playboy = machismo

peladao tocado por crianca = arte

cis brancos opressores, sabem de nada


li alguma coisa tb sobre o OMO que tava falando pros meninos brincarem de boneca e as meninas brincarem de carrinho, hue

pessoal ta querendo eh causar mesmo, falem bem ou falem mal mas falem de mim, pessoal ta empurrando pra ver ateh onde vai o limite da paciencia de todo mundo com assuntos polemicos

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whiplash
Trooper
 

Steam ID: whi
10-10-17, 16:59 #8
Rodrigo da Silva

Poucas coisas retratam tão bem a mediocridade da elite intelectual brasileira quanto o debate político travado por aqui.
De fato, nós somos uns fodidos. Metade do país não possui acesso nem à coleta de esgoto. Nós literalmente não damos conta sequer de ir ao banheiro com o mínimo de dignidade.
E não é como se os nossos problemas morressem na privada. Longe disso. 44% dos brasileiros sobrevivem com menos de um salário mínimo. Faz ideia do que é encarar a vida lá fora todos os dias com 460 reais por mês? Essa é a realidade de mais de 50 milhões de pessoas por aqui.
A gente mora num puxadinho da África subsaariana. Nós ainda sequer conseguimos resolver boa parte dos problemas que nos atormentavam no século dezenove. Mas a julgar o que realmente importa no nosso debate público, o que gera discussões acaloradas pelas mentes mais brilhantes deste país, nascemos todos em algum canto tropical perdido da Noruega.
73% dos brasileiros não são plenamente alfabetizados na língua portuguesa. Se você parar, no entanto, para ouvir o que se discute nas nossas universidades, vai jurar que está preso a uma convenção do partido Democrata.
Genderqueer, slut shaming, gaslighting, mansplaining, male tears.
Não é muito difícil perceber as consequências dessa baboseira toda. Gravem bem: a nossa elite intelectual realiza um esforço estupendo para conduzir Jair Bolsonaro ao posto mais alto da República. E o pior, vai demorar alguns bons meses ainda até se dar conta disso.
Quanto mais protagonismo nós damos aos problemas enlatados do primeiro mundo, quanto mais fingimos que o que realmente importa por aqui são discussões aleatórias sobre os limites de expressão da arte ou o que pensa um bando de narcisistas da zona sul do Rio de Janeiro - gente esquizofrênica o suficiente para acreditar que governa o país do apartamento da Paula Lavigne - maiores são as apostas no ticket de Bolsonaro.
Até a gente perceber que o Brasil não cabe numa manchete do Catraca Livre, não vai faltar saguão de aeroporto lotado pra abraçar o único candidato à presidência que está disposto a dialogar no mesmo idioma que o cidadão comum. Faça você campanha contra ou a favor da sua plataforma política.
O Brasil não é a Avenida Paulista. Lá fora, quando acabar o dia, 160 pessoas terão sido assassinadas brutalmente. O Brasil é uma imensa Rocinha.
Mais de 13 milhões de brasileiros são oficialmente incapazes de sequer começar a ler um texto como esse pela única razão de serem analfabetos. Você é um privilegiado só de ter chegado até esse parágrafo. Segundo a ONG Ação Educativa, apenas 8% das pessoas que moram nesse país têm condições de compreender e se expressar plenamente em seu próprio idioma.
Percebeu? Longe do MASP esse é o único debate em torno da liberdade de expressão que importa nesse momento.
Quem irá decidir a eleição do ano que vem não é a Fátima Bernardes. Nem a Andreia Horta. É gente como a Dona Regina. E fora do Jardim Botânico ninguém aguenta mais ter que discutir problema de gente rica.
Enquanto não estourarmos essa bolha e enxergar o Brasil real que existe além das afetações ideológicas da nossa classe média, enquanto não trouxermos para o centro do debate os problemas que afetam de verdade a vida de gente que não faz ideia do que significa “lacre”, “grito” ou “close errado”, enquanto continuarmos fingindo que moramos em Bruxelas, Bolsonaro nadará a braçadas nas pesquisas de opinião. E carregado no colo pelos seus principais detratores.
Definitivamente não terá sido por falta de aviso.

https://www.facebook.com/operfildoro...55135038666596

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WaR WoLf
Trooper
 

10-10-17, 17:28 #9
A melhor e mais lúcida crítica a este evento é um documentário que o Jeep postou há muito tempo "Why Beauty Matters". O primeiro problema todo é confundir a violência (não no sentido físico, mas no sentido de gerar comoção moral) com arte.


Depois é transformar uma pseudo tentativa artística em uma manifestação política de necessidade de transformação social.

Crianças tocarem um homem nu ou deixarem de tocá-lo não acarretará disfunções na psiquê de uma criança. O ato é despido (literalmente) de malicia por parte do adulto, trata-se de uma curiosidade genuína do infante. Lembro-me em criança de irmos ao hospital universitário para uma aula de anatomia durante a 5a série - quase todas as meninas brincaram com o pinto do defunto.

A moral é positivada, criada por acordos sociais e convenções. Na Grécia antiga valorizava-se o corpo nu masculino, e a sociedade mais abastada comumente viva em relações homossexuais. Idem para os idos da República Roma: o primeiro romance escrito pela humanidade narra a história de um Herói em resgate de um eunuco de 13 anos de idade por quem era perdidamente apaixonado (Satyricon).

O que isso quer dizer? Nada! O problema hoje em dia é darem tanto valor para esse NADA ao invés de se atrelar ao que verdadeiramente importa na curva de aprendizado de uma pessoa: ética, respeito, cordialidade, amabilidade, virtuosidade, erudição, racionalidade. Alias há muito não é a assunção da sexualidade o importante na discussão global sobre o tema, mas sim quão extravagante, publicitável e "lacradora" é sua conduta: quanto mais grosseiro, diferente e incômodo melhor. É o mesmo comportamento do documentário que o Jeep havia postado há anos. Quanto mais rude, mais interessante. Onde está a beleza?

Hoje todo mundo é um Goddard, mas ainda com menos talento que ele.

O problema não é o que se tornou a moral, mas sim o que se tornou a arte, o que as pessoas apreciam, valorizam.

WaR WoLf is offline   Reply With Quote
Jeep
fagmin
 

XFIRE ID: ds-jeep Steam ID: jeep_ds
10-10-17, 17:51 #10
Entao... parece que nao é beeeem assim (e 5a serie sao 11-12 anos, nao?)

http://emais.estadao.com.br/blogs/fa...-tipo-de-arte/

https://www.facebook.com/AMBoficial/...type=3&theater

Fora declaracoes de psicologos e psiquiatras tambem contrarios, que nem registrei pq nao sei se é pessoal isento ou se tem agenda ideologica/religiosa envolvida. Alguem efetivamente sabe se existe algum tipo de estudo serio a respeito?

O lance é que na exposicao do sul, tanto o filho da ligia clark, quando a adriana varejao disseram que as obras (deles) tinham que ser vistas por publico adulto, o filho da ligia ate comentou que tinha dito por curador que ele ia arrumar confusao do jeito que estava fazendo. Ou seja, o proprio artista sabe que a obra é para adultos, mas tem que rolar lacre.

Ja nessa do mam, o argumento basico é que a menina tinha 4-5 anos, e que ate os 7 a formacao de certo e errado é mt elastica, entao ao se "normalizar" uma situacao assim, pode facilitar em outras reais.

Nao vejo razao pra fechar museus ou queimar obras, mas da mesma forma que acharia errado um pai levar um garoto de 5 anos em um puteiro, acho errado expor uma menina a uma situacao que era evidentemente desconfortavel para ela, a mae literalmente puxa a mao dela, ela nao estava a fim.

enfim, acaba naquilo, temos que ter liberdade de fazer o que quiser com os filhos? que seja nao vacinar ou expor a coisas possivelmente traumaticas, que podem afetar as demais pessoas? sendo vetor de doencas, ou desenvolvendo um comportamento erratico mais tarde?

ps: sem mencionar o basico, o governo faz renuncia fiscal pra banco expor obras que evidentemente nao sao de interesse de praticamente ninguem, isso quando nao sao diretamente ofensivas ao gosto dessas pessoas.


Last edited by Jeep; 10-10-17 at 18:00..
Jeep is offline   Reply With Quote
downcast
Trooper
 

PSN ID: azanivan Steam ID: downcast
10-10-17, 18:33 #11
Vish, tópico polêmico. Dou minha opinião sobre o assunto depois que ler a do lol.

downcast is offline   Reply With Quote
SigSnake
Trooper
 

10-10-17, 18:58 #12
Quote:
Postado por wiseman Mostrar Post
Não tem programa mais de esquerda que aquele Encontro com Fátima Bernardes, de tanto falarem resolvi assistir por 1 semana e é só pauta de esquerda mesmo.
TIRARAM DRAGON BALL PRA COLOCAR ESSA MERDA

SigSnake is offline   Reply With Quote
CaSaLDo
 

Steam ID: dodgebot
10-10-17, 20:36 #13
Eu com 8 anos, tocando uma peladona deitada... eu ia bate durante 6 meses (todo dia).

Resumindo, problema da mãe que levou e vai arcar com as atitudes e pensamentos da filha.

CaSaLDo is offline   Reply With Quote
XUXU
Trooper
 

PSN ID: duMagrao Steam ID: xuxuzao
10-10-17, 23:28 #14
Eu, simplesmente, quero que se foda.
Se a mãe quer por a filha dela pra pegar em peru de marmanjo, foda-se

O meu problema é fazerem essa merda usando meu dinheiro.

Quer vender essa merda de arte e tem quem pague? Ótimo;
Se financie e lucre!

Se não existisse incentivo pra um lixo desses, ninguém pagaria pra ver e, consequentemente, não teríamos nem essa discussão.

XUXU is offline   Reply With Quote
tdf
 

Steam ID: tdf
11-10-17, 11:31 #15
Quote:
Postado por XUXU Mostrar Post
Eu, simplesmente, quero que se foda.
Se a mãe quer por a filha dela pra pegar em peru de marmanjo, foda-se

O meu problema é fazerem essa merda usando meu dinheiro.

Quer vender essa merda de arte e tem quem pague? Ótimo;
Se financie e lucre!

Se não existisse incentivo pra um lixo desses, ninguém pagaria pra ver e, consequentemente, não teríamos nem essa discussão.
Nossa XUXU, tirou as palavras de minha boca heahueah nem vou escrever pois já me resumiu.

tdf is offline   Reply With Quote
Sephiroth
Trooper
 

Gamertag: sephitoff PSN ID: alanpk
11-10-17, 11:38 #16
Quote:
Postado por wiseman Mostrar Post
Não tem programa mais de esquerda que aquele Encontro com Fátima Bernardes, de tanto falarem resolvi assistir por 1 semana e é só pauta de esquerda mesmo.
Aí sexta feira aconteceu isso:
https://www.youtube.com/watch?v=hdLP0ucHpZE

E o q fizeram? Ontem tinha vários idosos na platéia "a favor" uheuhehue
Véi, imagino q tu tem tv a cabo...
pra q tu se tortura dando audiencia pra isso? auheuh

Sephiroth is offline   Reply With Quote
WaR WoLf
Trooper
 

11-10-17, 12:20 #17
Quote:
Postado por Jeep Mostrar Post
Entao... parece que nao é beeeem assim (e 5a serie sao 11-12 anos, nao?)

http://emais.estadao.com.br/blogs/fa...-tipo-de-arte/

https://www.facebook.com/AMBoficial/...type=3&theater

Fora declaracoes de psicologos e psiquiatras tambem contrarios, que nem registrei pq nao sei se é pessoal isento ou se tem agenda ideologica/religiosa envolvida. Alguem efetivamente sabe se existe algum tipo de estudo serio a respeito?

O lance é que na exposicao do sul, tanto o filho da ligia clark, quando a adriana varejao disseram que as obras (deles) tinham que ser vistas por publico adulto, o filho da ligia ate comentou que tinha dito por curador que ele ia arrumar confusao do jeito que estava fazendo. Ou seja, o proprio artista sabe que a obra é para adultos, mas tem que rolar lacre.

Ja nessa do mam, o argumento basico é que a menina tinha 4-5 anos, e que ate os 7 a formacao de certo e errado é mt elastica, entao ao se "normalizar" uma situacao assim, pode facilitar em outras reais.

Nao vejo razao pra fechar museus ou queimar obras, mas da mesma forma que acharia errado um pai levar um garoto de 5 anos em um puteiro, acho errado expor uma menina a uma situacao que era evidentemente desconfortavel para ela, a mae literalmente puxa a mao dela, ela nao estava a fim.

enfim, acaba naquilo, temos que ter liberdade de fazer o que quiser com os filhos? que seja nao vacinar ou expor a coisas possivelmente traumaticas, que podem afetar as demais pessoas? sendo vetor de doencas, ou desenvolvendo um comportamento erratico mais tarde?

ps: sem mencionar o basico, o governo faz renuncia fiscal pra banco expor obras que evidentemente nao sao de interesse de praticamente ninguem, isso quando nao sao diretamente ofensivas ao gosto dessas pessoas.
Jeep, eu sinceramente não dou muita bola para o que dizem psicólogos, muito menos psiquiatras. Não foi a medicina, tampouco a mal-acabada psicologia que explicou o funcionamento da moral e da cultura na sociedade. Não são entes legítimos para dizer tal e qual pelo lastro de conhecimento que adquiriam em sua formação. Precisamos ser racionais e analisar os fatos. Basta relacionar os relatos de crianças que foram abusadas durante a primeira infância - onde não existe uma vivência ou assimilação cultural e positivada daquilo que é certo e errado (aceito ou repudiado). Quando não há violência física ou constrangimento - havendo um primitivo consentimento das partes - a criança só se dá conta de que foi abusada muito tardiamente, quando adquire consciência do que aquele ato significa socialmente ou quando não cessam os abusos ao florescer sua pré-adolescência. Se vivêssemos em uma sociedade onde estes atos fossem irrelevantes sociais o comportamento seria sim um modificador social - pois induziria todos a encararem tal situação com normalidade e multiplicaria os casos fáticos - mas não produziria vítimas formais ou materiais, por não ser entendida dotada de lesividade ou ofensividade legal/formal ou socialmente/moralmente.

Esse é um exemplo claro de determinismo social, ou positivismo social? Em partes. Pois é inegável que exista obviamente um motivo racional para boa parte das culturas abolirem este tipo de relação: primeiro porque é impossível definir convergência de vontades quando tratamos de uma criança, sendo tênue o consentimento e constrangimento/coerção nas relações abrigadas pelo poder parental ou familiar. De modo que tal imposição, constrangimento para pratica do ato é preponderante para formação do trauma mesmo antes de existir consciência do certo ou errado. A segunda razão lógica é não estarem biologicamente preparadas para o exercício de sua sexualidade. A terceira é questão da consanguinidade (lembrando que os abusos ocorrem em sua maioria dentro da família) e da produção de descendentes que manifestem algum tipo de doença recessiva.

Contudo o evento da exposição não explora a sexualidade do corpo nu: o trata como um corpo qualquer, nudez sem libido. É uma forma de romper com o tradicional comportamento de que só podemos revelar as partes íntimas apenas durante a relação sexual. Este sim - diferente do ato sexual com incapaz em que existem justificativas racionais - é algo totalmente positivado, sem justificativas naturais ou inerentes do ato. Portanto é um irrelevante social. Ai temos dois problemas: qual o motivo de fazer tanto alarde para um irrelevante social (da parte daqueles contrários) e qual o motivo de querer transformar estes irrelevantes sociais na grande onda modificadora da sociedade (como se mostrar um corpo nu fosse melhorar a sociedade como um todo, ou laurear um cantor meramente pelo fato dele ser transsexual, ou fazer meninas brincarem com coisas de menino e vice versa). Tais eventos podem e irão provocar mudanças nas próximas gerações, mas pode ter certeza que não haverá um alargamento da liberdade ou melhoria significativa no comportamento das pessoas (ser transgênero é tão cool hoje que em breve as pessoas tornar-se-ão trans não por vocação, mas por determinismo social), e os mesmos babacas de hoje serão os babacas de amanhã, independente de sua sexualidade ou liberdade de expressão.


Last edited by WaR WoLf; 11-10-17 at 12:26..
WaR WoLf is offline   Reply With Quote
David
Robson
 

11-10-17, 13:36 #18
Quote:
Postado por WaR WoLf Mostrar Post
J... Tais eventos podem e irão provocar mudanças nas próximas gerações, mas pode ter certeza que não haverá um alargamento da liberdade ou melhoria significativa no comportamento das pessoas (ser transgênero é tão cool hoje que em breve as pessoas tornar-se-ão trans não por vocação, mas por determinismo social), e os mesmos babacas de hoje serão os babacas de amanhã, independente de sua sexualidade ou liberdade de expressão.
Boa.

David is offline   Reply With Quote
troy
Trooper
 

11-10-17, 23:52 #19
Como já foi dito não tenho nada contra uma exposição do tipo, financiada pela iniciativa privada. Não teria curiosidade em visitar, mas não tenho nada contra quem frequente ou leve seus filhos.

Hoje em dia existe uma vergonha inconsciente do nosso próprio corpo e ao mesmo tempo uma erotização desnecessária. Não sei do teor das obras de arte, mas aquelas fotos que foram super polêmicas envolvendo crianças não me ofendem. Vejo com naturalidade porque sei que há uma diferença, em todos os sentidos, entre nudez e sexo. A maldade está nos olhos de quem vê.

No fim das contas toda essa ira e ódio pra cima da exposição só serviu para fazer a divulgação e publicidade, e obviamente para tirar o foco de Brasília para eles inventarem mais leis absurdas.

troy is offline   Reply With Quote
percezione
Trooper
 

Steam ID: brunorei
12-10-17, 08:42 #20
HEHE globo esquerdopata

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marconds
PHD em Dota 2
 

12-10-17, 12:52 #21
Precisa tocar no corpo de um estranho em público?
Não tem pai, nem mãe, nem livros, nem internet?
Mãe imbecil quis aparecer, aparentar ser culta e evoluída e usou a criança pra esse fim.

marconds is offline   Reply With Quote
SigSnake
Trooper
 

12-10-17, 13:25 #22
Quote:
Postado por marconds Mostrar Post
Não tem pai, nem mãe?
não, tem genitores, mas pai e mãe com certeza não

SigSnake is offline   Reply With Quote
Baron
Trooper
 

12-10-17, 13:40 #23
Quote:
Postado por SigSnake Mostrar Post
não, tem genitores, mas pai e mãe com certeza não
Você está certo.

Esquerdista de verdade, tipo comunistas, socialistas e afins, não possuem família REAL. Digo isso de esquerdista sério, porque comunistinha de iphone não conta: para esses últimos é tudo uma questão de "parecer ser", nunca de "ser" de fato.

Então, para os commies de verdade, a família não passa de um conceito burguês retrógrado e conservador (nem fui eu que disse isso hein). Fora que a família é a principal resistência contra qualquer revolução esquerdista (E é justamente por isso que as igrejas cristãs são tão atacadas: se você for numa missa, culto e afins, o principal assunto ali é a importância e o fortalecimento da família).

Por isso que commies "sérios" frequentemente estão cagando para suas famílias, incluindo seus filhos, pais etc. O que importa é a ideologia, a política, a igualdade entre as pessoas (mesmo que seja a igualdade na miséria) etc


Last edited by Baron; 12-10-17 at 13:46..
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